quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Mais vacina!

Vamos para onde mesmo?
Depois do atraso por causa da proximidade das férias, da viagem, da virose (em ti e em mim)... fomos finalmente atualizar seu cartão de vacinação.
Havia 2 vacinas que você ainda não tinha tomado: o reforço da TETRA e o da HEPATITE A.
Lá fomos nós para a Clínica da Dra Núbia... você todo inocente brincando com os brinquedinhos diferentes e ganhando pirulito do "dr", quando de repente, te pegam de jeito!!!
Primeiro foram as gotinhas da Poliomelite, depois foi no meu colo: uma injeção numa coxa e outra na outra coxa... mas você chorou só na hora da picada, depois, vendo os peixinhos, esqueceu da dor. Viemos para casa e tudo tranquilo. Energia pura como se nada tivesse acontecido! Nenhum efeito colateral! Esse é o meu menino!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Tardes deliciosas...

Tem coisa melhor do que casa de Vô e Vó cheia de guloseimas?! Não, né nê?
Toda tarde a vovó Sussu prepara um lanche bem legal para você, que espera ansioso pelo sanduíche, pelo pão de queijo, pelo bolo de cenoura, pelos sucos de frutas (maçã, pêra, uva, sapoti...) e pela pipoca!!!
Senta na cadeirinha ou no sofá e tome comida para dentro, na maior folga!
Graças a Deus você tem um apetite e tanto... ultimamente então, tem devorado tudo!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Titia voltou!!!

Depois de todos ficarem doentes, voltamos a estar todos bem, graças a Deus!
Sexta à noite, você dormiu na vovó Zilá para irmos a um aniversário que aconteceu no buffet que eu e seu pappy comemoramos nosso casamento: o Barbara's Éden. Depois de quase 5 anos e meio voltamos lá... e estava bem diferente, havia uma parte ao ar livre que não existe mais...

No sábado, depois de matarmos a saudade de você, fomos passear na Praia de Iracema, fazia tempo que não íamos lá comer pipoca! O vento estava forte, mas você se comportou super bem e curtiu bastante. Tinha um pula-pula mais profissa por lá, mas não teve quem fizesse você ir, acho que achou estranho ser mais fechado e todo preto!
Domingo foi bem legal! De manhã fomos passear no Parque do Cocó... Adivinha? Você ficou com medo de pula-pula! Não quis ir nem no que você costumava gostar... bom, mas aproveitou as outras brincadeiras que tinham por lá.

Depois de almoçarmos no Iguatemi e você morrer de comer torradinhas, fomos direto para o aeroporto pegar a titia Quel que estava chegando de viagem!!!

A vovó Sussu tinha comprado uma rosa para você dar para ela e ela adorou a surpresa. Foi logo te dando um presentinho: um peão cheio de luzinhas e música!
Passamos a tarde toda com ela matando as saudades, vendo as fotos e brincando... depois ainda fomos para a casa da sua Bivó. A farra foi grande!

domingo, 26 de setembro de 2010

Sapeca!

Pego no flagra fazendo danação, antes de ir pegar a titia no aeroporto!!!
Esse é meu homem-aranha, que adora subir em tudo para pegar o que quer e o que não pode, ou para simplesmente se aventurar!
Danado, fofo e lindo!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Precisa de mais?!

Achei uma lista muito legal... Antes de ser mãe, antes de aprender a ser mãe, antes de deixar de ser tão egoísta e individualista (com você me sinto menos imperfeita!), talvez não entendesse essas palavras tão bem, mas hoje concordo plenamente com todos os motivos e acrescentaria mais um: "para ser completamente FELIZ"
Te amo infinito, meu filho... minha felicidade plena!

40 motivos para ter um filho.

1. Por que você quer. E muito!!! A gente não acha que ninguém é obrigado a ter filho, claro. Só tem de ter mesmo quem quer de verdade. E hoje isso é mais do que possível. A pílula chegou ao Brasil em 1962. Mesmo com todos os recursos que existem, 20% dos bebês no país nascem de mães com menos de 20 anos, e tem coisa errada aí. A gravidez nasce de um desejo (pode ser o de ter um lugar dentro da sociedade), e, para muitas jovens, acaba sendo o de ser mãe. O que a gente defende é que esse desejo seja consciente e venha na hora certa. Filho só pode ter a função de ser filho.

2. Para deixar de ser só filho e crescer! Básico: se você não tem filho, nunca deixa de ser filho. E aí, o seu crescimento é mais lento e mais difícil. Claro que a gente não deixa de ser filho nunca, mas deixar de ser SÓ filho, amplia, abre possibilidades novas, importantes, ricas. Filho nos traz essa oportunidade de nos tornarmos adultos de verdade, de enxergar a vida de uma forma menos egoísta.

3. Para entender melhor seus pais. Paul Reiser, da série Mad About You, tem um livro sensacional sobre a paternidade, chamado Vida de Bebê. Na dedicatória, ele entrega: “Para meus pais, com todo o amor do mundo. Acho que agora eu entendi”.

4. Para descobrir uma imensa e surpreendente capacidade de amar. Quando temos filho, somos apresentados a esse tal de amor incondicional. “Passamos por uma renovação e ampliação do repertório emocional, que é o que faz a vida interessante”, diz a psicoterapeuta Lidia Aratangy, mãe de Claudia, Silvia, Ucha e Sergio.

5. Para incluir mais gente numa história de amor que dá certo. Ser casado sem filho é quase como ser solteiro: pode não fazer almoço um dia e tudo bem etc. etc. etc. Com criança no pedaço, a casa tem de ser reorganizada, não dá mais pra ter só água na geladeira... O mais importante: você precisa dividir e respeitar as decisões do parceiro sobre o filho também. Se tiver bases sólidas, a união pode ficar mais forte com tudo isso. Vocês deixaram de ser casal para ser família. Um grande e maravilhoso passo! E mesmo quem tem filho sozinho: o filho traz esse sentido de família e a gente valoriza isso demais.

6. Para deixar de ser adolescente. Hoje, a gente vive mais e tem gente dizendo que os 30 são os novos 20, mas não dá para usar isso como desculpa para não amadurecer. Na adolescência, alguns de nós juramos que nunca vamos ter filhos, coisa da fase mesmo. O escritor britânico Ian Sansom, autor do livro De A a Z, A Verdade Sobre os Bebês, escreve: “Existe algo esquisito nas famílias. Existe algo triste nas famílias. Existe algo tão triste nas famílias que nos faz sair correndo para formar outras famílias.” É meio dramático, mas mostra que é possível reinventar a nossa história, outra lição que os filhos nos dão...

7. Para sentir o poder de gerar outra pessoa. Saber que você pode gerar um novo ser é mágico. Não é à toa que as mulheres sempre foram vistas assim meio como bruxas, exatamente por causa disso. Ver a barriga crescer, sentir os primeiros movimentos da criança, é incrível. Apesar de a gente achar que, no fundo, no fundo, gravidez não faz ninguém ser mãe de verdade. É uma delícia e tal, mas, na hora que o bebê nasce é que começa a história pra valer.

8. Para aprender a respeitar as diferenças. Por mais que você seja rígido na educação, é bom baixar a bola: seu filho nunca vai ser exatamente da forma como você imagina – e ainda bem, aleluia! Se você prestar bem atenção, vai perceber isso desde o primeiro momento: na primeira hora em que pegamos a criança no colo, já vem a sensação meio estranha: “Nossa, ele é outra pessoa!”. Que bom que é. E perceber quem é essa pessoa é o melhor da história toda, é o grande lance. Descobrir o temperamento do seu filho, ir sacando como ele funciona, como reage, o que gosta, o que não gosta... Junto com isso, aprender a respeitar e ajudá-lo a ser do jeito dele é maravilhoso. E, se a gente conseguir levar um pouco dessa experiência pras outras relações que temos na vida, então... Nossa! Melhor ainda!

9. Pra se emocionar com as conquistas dele. A primeira vez que ele consegue engatinhar, andar... Quando escreve o nome, com as letras ao contrário ainda... Desde os anos 60, muita coisa mudou, somos a geração do “muito bem!” a cada passo da criança. Mas é importante saber que ele não vai ser o campeão sempre, claro. Então, deixe seu filho tentar, testar, errar. Acertar vai ser conseqüência. E o que importa é o processo, não esqueça que isso vale pros filhos também...

10. Para aprender que as coisas são como são, nem tudo é perfeito. E tudo bem! Ter filhos é golpe mortal no perfeccionismo, não tem jeito. As coisas vivem fugindo do roteiro o tempo todo. Você planeja dar a papinha ao meio-dia, ele cai no sono. Vai dar banho às 19h, ele já dormiu. Claro, a gente precisa ter organização, um mínimo de estrutura, mas também precisa aprender a se adaptar rapidinho, senão aí é que dança.

11. Para tomar mais cuidado com você mesmo. Não é à toa que quem tem filho pequeno paga menos na hora de fazer o seguro do carro! As seguradoras sabem muito bem que esse público tem menos tendência a se acidentar, porque é mais cuidadoso mesmo. Quando recebemos o resultado positivo já cai a ficha de que, dali pra frente, você não está mais sozinho...

12. Aceitar a maturidade com tranqüilidade. A expectativa de vida cresce a passos largos. Hoje, é de 71,7 anos no Brasil. Em 1960, ficava na casa dos 50,4. Por outro lado, vivemos numa sociedade que supervaloriza a juventude. Mas a gente envelhece mesmo, e isso é muito bom, cada fase da vida tem sua beleza. Com os filhos, isso fica mais claro. A gente não precisa ser eternamente jovem, podemos curtir a juventude deles. A passagem do tempo ganha um outro sentido.

13. Para poder, um dia, ser avó ou avô. Claro que ser avó ou avô não depende da gente, depende de os filhos quererem ser pais. Mas, se a gente fizer a nossa parte direitinho, as chances crescem. Se não tivermos filhos, por exemplo... A chance fica nula de verdade.

14. Para cuidar de alguém. “Um dia, há muitos anos, encontrei uma garotinha de 3 anos que me perguntou: ‘Você tem filhos?’. ‘Não’, respondi. ‘Você tem cachorro?’ ‘Não’, disse. E ela: ′Então, afinal, do que você cuida?′”, nos conta o psicólogo André Trindade, pai de criação de Gabriel e Laura. Ele diz que criar, cuidar, fazer crescer, acompanhar, proteger e se responsabilizar por alguém alimentam a criatividade em nós. A gente concorda total.

15. Para deixar de ser o centro da própria vida. A criança é egocêntrica por definição. No começo, acha que o mundo e ela são a mesma coisa. Depois, acredita que o mundo gira em torno dela. Demora pra perceber que não é bem assim. Tem uns que não percebem nunca, aliás... Nem depois de grandes! Ter filho ajuda a fazer essa ficha cair.

16. Para rever suas prioridades. Segundo pesquisa feita pela psicóloga Cecília Russo Troiano, mãe de Beatriz e Gabriel, publicada no livro Vida de Equilibrista – Dores e Delícias da Mãe que Trabalha (ed. Cultrix), 30% das mães dizem que adiaram o plano de ter filhos por causa da carreira. O mundo mudou, as mulheres não trabalham só por escolha, mas por necessidade. Porém, como diz uma das entrevistadas de Cecilia, uma mãe do Rio Grande do Sul, “não ter filho por causa do trabalho não tem sentido”.

17. Ter um bom motivo para chegar mais cedo em casa. Filho gosta de quantidade e qualidade. Aquele papo do “fico pouco tempo com meu filho, mas funciona” a gente sabe que não cola. É preciso estar esperto e não bobear: quanto mais tempo com eles, melhor. Férias juntos, então... Fundamental! Ou seja, o tempo passado junto é que é o grande luxo. E para ficar mais tempo com os filhos, temos de nos organizar no trabalho e fazer as coisas funcionarem melhor. É duro, mas... A verdade é que estamos bem no meio de uma transição. Se em 1976, só 20% das mulheres estavam no mercado de trabalho, hoje as trabalhadoras são mais da metade da população feminina no Brasil. Ainda são poucas as empresas que adotam horários flexíveis e programas de home office, mas elas começam a existir.

18. Ficar um tempo sem trabalhar. Pra quem não pára nunca, é uma experiência única. A licença-maternidade obrigatória no Brasil tem quatro meses desde a Constituição de 1988. Está em tramitação um projeto de lei estendendo a licença para seis meses, desde que a companhia decida aderir voluntariamente ao esquema em troca de isenção fiscal. Cerca de 40 municípios já adotam a licença maior. A licença paternidade, hoje de cinco dias, seria de 15.

19. Sentir o prazer de amamentar. Em 1975, aqui no Brasil, uma a cada duas mulheres amamentava o filho apenas até o segundo ou terceiro mês de vida. Hoje sabemos todos dos enormes benefícios do leite materno para a criança. E sentir que seu corpo é capaz de produzir o alimento de seu filho é uma experiência fantástica.

20. Sentir o prazer de dar de mamar. Se não puder amamentar, não estresse, pelo amor de Deus. Não tem de ter culpa de nada, culpa só estraga. Faça da hora da mamadeira uma hora especial, gostosa, única, de intimidade e cumplicidade.

21. Para passar pela experiência do parto. Foi durante os anos 70 que o índice de cesarianas no Brasil começou a viver este boom. Pra equilibrar o jogo, nos últimos anos vem crescendo o movimento pelo parto humanizado, com o mínimo de intervenção médica. De novo, não precisa radicalizar: anestesia está aí para ser usada sempre que necessário e ninguém aqui está defendendo sofrimento. O que a gente sabe é que, com ou sem ela, o parto é um daqueles momentos fundadores, em que a vida se renova e a gente nasce de novo, junto com o filho.

22. Para conhecer a pessoa mais linda do mundo. O poeta alemão Hölderin dizia sobre a infância: "É integralmente aquilo que é e, portanto, é bela". Filho é sempre lindo. O nosso, muito mais que o dos outros, sempre. E tem de ser assim.

23. Para ouvir alguém te chamar de mãe ou pai. Pode parecer a coisa mais babaca do universo, mas que é demais, é. Não tem o que falar. Você sabe o que é isso...

24. Reviver um pouco da sua própria infância, ou tirar uma casquinha da infância deles... “Lembro das primeiras férias de verão com meus filhos, relembrei das minhas. São lembranças que voltam, deliciosamente”, conta nossa colunista Patrícia Broggi, mãe de Luca e Tiago. Ter de brincar com eles, desenhar, cantar, esperar o Papai Noel, a fada do Dente, ler histórias, ver filmes maravilhosos... Ah, que alegria! Você só tem a ganhar!

25. Comprar brinquedos incríveis para eles e para você. Em 1894, um tal dr. L.E. Holt dizia, com a maior autoridade: “Com crianças de menos de 6 meses de idade não se deve brincar jamais. Nas idades posteriores, quanto menos se brincar, melhor”. Ainda bem que, hoje, a gente sabe que brincar é fundamental para eles. Volta e meia a gente usa isso como desculpa pra comprar aquele carrinho de controle remoto que eles vão adorar. E que você já adorou. Tudo bem, tá tudo certo. Afinal, esses brinquedos maravilhosos não existiam quando a gente era criança, certo? Então, por que não aproveitar também?

26. Para se renovar e rejuvenescer.Ter filho é comprovar a validade da lei do eterno retorno. “Acompanhar uma criança permite retomar em nós aquilo que fomos. Há uma sabedoria infantil que conta com a espontaneidade, com a vontade de descobrir o mundo e com a capacidade de brincar. Quando o adulto consegue recuperar em si essas atitudes, ele se beneficia enormemente”, diz o psicólogo André Trindade.

27. Para entender de uma vez que preocupação com ambiente não é coisa de ecochato. A gente sabe: as previsões são catastróficas. Metade da Amazônia pode dançar até 2030, temperatura subindo, calotas derretendo... Ter filho torna a coisa ainda mais urgente, porque a gente quer que o mundo exista pra eles, certo? O que não dá é para acreditar em tudo, se imobilizar e resolver que já acabou e não tem mais o que fazer. Tem, sim, e muito. Pra começar, dentro da sua casa mesmo, na sua vida cotidiana. As próprias crianças estão nos ensinando que tem de cuidar pra ter.

28. Para adquirir hábitos mais saudáveis. Com criança em casa a gente revê tudo. Aprendemos, ou reaprendemos e confirmamos, que não precisa de açúcar porque fruta já é doce, que sal tem de ser bem pouquinho, trocamos fritura por grelhado, porque o médico falou, porque a gente leu que é bom. Hoje, estudando o histórico familiar, os pediatras conseguem prevenir uma série de problemas, fazendo ajustes na dieta: se há tendência a alergias, certos alimentos podem ser evitados etc. E, quando a gente vê, está comendo direito e se cuidando mais, junto com eles. A teoria tem muito mais chance de virar prática.

29. Para descobrir seu lado meio médico. Sabe aquele talento que mãe tem pra saber o que a criança tem só de olhar e a gente acha impressionante? Logo logo você também passa a ter, você vai ver. Ninguém aqui está falando de se automedicar ou sair usando remédio que nem louca, a torto e a direito, nada disso. Tem de ligar pro médico sempre, isso é básico. Mas ao menos você fica conhecendo os sintomas e já passa o serviço mais completo. E, logo, você vai ser aquela pessoa no trabalho pra quem a colega pede pra ver se está com febre mesmo. Coisa de mãe. Ou pai.

30. Pra sentir um certo gostinho de continuidade. O comediante norte-americano Jerry Seinfeld, que a gente adora, disse uma vez: “Já sei o que esses bebês estão fazendo aí. Eles estão aí pra nos substituir”. É piada, óbvio, mas ter filhos, de certa forma, é apostar numa sucessão, em uma continuidade. Você assistiu ao filme Rei Leão? Sabe aquela coisa de pertencer, de estar dentro do ciclo da vida, de ser elo de uma cadeia? É por aí, e é bacana....

31. Descobrir que você sabe contar histórias. A escritora e tradutora Lya Luft descobriu que sabia contar histórias para crianças depois que se tornou avó, e até já escreveu dois livros para crianças, em que a personagem principal é ela mesma, uma bruxa boa. Claro que não é todo mundo que tem o talento dela, mas, quando temos filho, parece que é quase natural: a gente se vê relembrando histórias da infância, inventando a partir do nada ou do mote que eles nos dão... E solta um pouco a imaginação, a fantasia... Lidar com o lúdico, né? Coisas que só fazem bem.

32. Para olhar para as coisas de novo, como pela primeira vez. “Aprendi com meu filho de dez anos/que a poesia é a descoberta/das coisas que eu nunca vi”. Esses versos de Oswald de Andrade (1890-1954) resumem tudo o que a gente quer dizer. É fácil cair nessa cilada de crescer e ir deixando de se surpreender com as coisas e ligar um tipo de piloto-automático – tudo em nome de, sei lá, um suposto “facilitar a vida”, que, no final das contas, é perder o milagre que a vida é. O filho nos ajuda a trazer tudo isso de volta. O mundo ganha novos sentidos e tudo começa outra vez a cada nova descoberta dele e sua...

33. Ter um motivo para aprender a cozinhar. Há 40 anos, a frase “já pode casar”, quando alguma mulher servia um prato saboroso, não era pejorativa, não. Mulher tinha de saber pilotar forno e fogão, era uma espécie de pré-requisito. Hoje a gente pira na hora que tem de fazer a primeira papinha do filho, é ou não é? Acontece que cozinhar pode ser uma enorme delícia e nunca é tarde pra aprender.

34. Porque o pai hoje participa de tudo. Nos anos 70, o pai ficava fora da sala de parto, não chegava nem perto de uma mamadeira, não pegava em fralda de jeito nenhum e era “chamado” só na hora de uma bronca mais pesada. Estranho? Na sua casa não é assim? Ainda bem! A pesquisa de Cecília Russo Troiano mostra que a coisa foi mudando aos poucos, sim, mas as mulheres ainda realizam a maior parte das tarefas. Por exemplo: enquanto 91% das mães levam o filho ao médico, só 4% dos pais fazem o mesmo!!! Ok, ok, falta bastante para as coisas se equilibrarem mais, mas o espaço foi aberto e isso é um ganho enorme.

35. Porque a medicina evoluiu muito. E isso é muito mais importante do que a gente pensa à primeira vista. Hoje é possível prevenir um monte de doenças, tem vacina contra gripe, rotavírus, hepatite... Se no final dos anos 60 os primeiros aparelhos de ultrasom ainda estavam chegando ao Brasil, hoje temos ultra-som 4D, os avanços das pesquisas de células-tronco não param de nos surpreender e se fala em terapias genéticas para parar doenças como o câncer. Temos mais é que comemorar, e muito.

36. Para sentir o que é ter alguém que confia 100% em você. O que é confiar, o que é confiança? Você sabe direitinho a resposta – e sente o que é isso ali, na pele – quando tem uma criança dormindo no seu colo, totalmente entregue. É maravilhoso, assim como a responsabilidade, que até pode assustar, mas faz parte: ter filho é também aprender a lidar com isso.

37. Encarar o futuro de uma nova maneira. Sim, porque, quando os filhos chegam, esse conceito deixa de ser uma abstração. A gente não pode mais só esperar que ele chegue; a gente tem de prepará-lo a cada dia. Pode ser nas coisas mais concretas, como se programando financeiramente, fazendo previdência, essas coisas. E também se preocupando em votar em políticos bacanas, entrando pra uma ONG, separando o lixo, o que for.

38. Para ter a enorme chance de se tornar um ser humano melhor. Não adianta fazer discurso: criança se espelha no exemplo, não tem jeito. É como você é e como se comporta que vai fazer diferença. É no seu comportamento que seu filho está ligado e é o que ele vai registrando, não tem conversa nenhuma. Falar uma coisa e fazer outra não dá. Ter filho é agüentar a barra do que a gente é, as conseqüências de ser quem somos e das escolhas que fazemos.

39. Ter filho não é dar à luz, é receber iluminação diária. Foi nossa colunista Tetê Pacheco, mãe de Bento e Otto, quem escreveu isso. A gente assina embaixo. O tanto que se aprende, que nos modificamos e crescemos... É pra agradecer todo dia!

40. Porque seu filho é único e tudo que você sente em relação a ele é intraduzível... Tem gente que diz que a escolha de ter filhos é difícil porque é definitiva... Bem, definitivo, para nós, é não ter filhos! E cada um vai descobrir seu jeito de ser pai e mãe, não tem uma receita. Cada universo único que uma vida é.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O reinado do filho ÚNICO

Desde que o Gustavo nasceu, adotei a filosofia do filho único! A parte chata é que a nossa cultura impõe filhos, muitos filhos, cobrando até da criança os "famosos" irmãos. Ainda bem que essa cultura vem mudando e hoje ser filho único pode ser saudável. É o que tenho lido em algumas matérias como a da revista "Isto é" a e do site "Guia do Bebê"

Vejamos o que diz a matéria do site:

Filho único, vantagem ou desvantagem?

Muito se fala sobre o comportamento mimado, egoísta e genioso da criança que é o único fruto de um casal. Isso pode ser considerado um mito em um mundo onde as famílias que optam por ter apenas um filho crescem cada dia mais.

Quanto maior poder aquisitivo, maior o número de casais que escolhem por ter apenas um filho pensando em satisfazer as necessidades da criança. A idéia é coloca-lo em uma boa escola e um bom plano de saúde, que estão cada vez mais caros, além de aulas extras como natação e inglês. Soma-se isto a opção da mulher a ter um filho mais tarde para priorizar a profissão.
O capricho, a geniosidade e o egoísmo podem aparecer tanto em uma criança que é filha única ou que tenha irmãos. Esse perigo é maior nos filhos únicos porque os pais não têm com quem dividir os excessos.
Tudo é para uma única criança. E é esse excesso que prejudica. Mas que fique claro: não é regra que todo filho único vai ser chato, mimado e egocêntrico. Depende sobretudo da educação dos pais.
Isso mesmo! Depende da educação dos pais. Nada pode ser em excesso. Carinho, limites, atenção, brinquedos, amor e proteção devem ser tudo equilibrado. Não é todo passeio ao shopping que tem que terminar em um brinquedo novo. Não é porque você trabalhou o dia todo e teve pouco tempo para o seu filho que deixará que ele faça tudo o que quiser.
A criança precisa ter regras e limites, mas sem deixar de dar amor. Carinho e atenção não estão embutidos dentro de um presentinho.
Muitas mamães ficam preocupadas quanto à socialização do filho único. Explica-se: A criança, neste caso, não terá um irmão para dividir a vida infantil. Seus amiguinhos de escola costumam ser as referências. Por nem sempre conhecer o estilo e conduta dos amiguinhos do filho, a mãe teme pelo futuro de seu pequeno. Normal.
Mas estudos destacam que filhos únicos criados de forma equilibrada e sem excessos crescem sem problemas de convivência.

Argumentos - Uma realizada pela da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, e publicada na revista científica Pediatrics, avaliou 13 mil estudantes do ensino fundamental e médio e descobriram que o fato de não ter irmãos não atrapalha as habilidades sociais de um adolescente. As crianças se socializam bem tanto na escola, fora e atividades extras.
Outro estudo feito há mais tempo foi realizado no Brasil, publicado na Revista Brasileira de Psiquiatria (Volume 26, nº1), não aponta diferenças significativas entre crianças com irmãos e filhos únicos. Na questão dos filhos únicos serem mais maduros por conviverem mais só com adultos não apareceu já que a preocupação com futuro e vestibular foi semelhante.
“Contrariamente à impressão de que os filhos primogênitos ou únicos tendem a ser diferentes dos demais, neste estudo não se detectaram diferenças entre filhos únicos, primogênitos e não primogênitos quanto ao relacionamento com os pais, presença de namorada e prática de esportes”, garantem os pesquisadores.
Não tenham medo de escolher a opção de ter só um filho. Bom exemplo e atitudes sem exageros garantem que o filho único tenha uma vida normal como qualquer outra criança. O excesso de mimo parte dos pais, avós e demais grandinhos. A criança é um reflexo disso.
Bruno Rodrigues

Hoje em dia ter apenas um filho virou uma maneira de criar melhor. Hoje não tenho condições financeiras, emocionais e nem tempo de dar a outro filho tudo o que quero dar ao Gustavo. Quero proporcioná-lo uma boa escola, bons cursos, boa faculdade, bom plano de saúde, amor, carinho e, principalmente, meu tempo (artigo precioso hoje em dia!). “Melhor um bem criado do que 2 ou 3 necessitados.” Necessitados não só de coisas materias, mas, fundamentalmente, de estrutura emocional. Essa história de quem cria 1, cria 2, 3, 4... é balela... talvez funcionasse antigamente, mas no mundo "louco" que vivemos hoje em dia, não se aplica!

Ter filho único não é fácil como parece não, é preciso dosar diariamente os limites para que a criança não fique a vontade e vire um reizinho insuportável, é preciso dosar a superproteção, porque se temos apenas um filho coisas surreais passam pela nossa cabeça (não precisa ser mãe de um só pra saber o que se passa na cabeça, basta ser mãe), só que com filho único a vontade de proteger é potencializada. Então é preciso tomar cuidado para que o excesso de cuidados não prive a criança de viver de forma saudável.

Como ter apenas um filho facilita na hora das compras é preciso saber que não se pode encher uma criança de presentes, que não se pode dar tudo de mão beijada. Por ser filho único, o Gustavo recebe muito mais incentivo emocional e financeiro do que ele receberia se tivesse mais irmãos. Então precisamos fazer com que ele conquiste as coisas e não simplesmente as receba sem ter a consciência do trabalho, tempo e dinheiro que estão por trás.

Existem outras formas da criança ter uma vida social e aprender a compartilhar sem ter irmãos. Existem os amigos, os primos e os vizinhos…

A "ISTO É" mostra que filhos únicos têm mais chances de serem bem sucedidos por causa da intensidade do investimento emocional e financeiro. Criar um filho é bem caro, na mesma revista diz que criar um filho da gravidez aos 23 anos custa mais de 400 mil reais. O fato é que as famílias têm diminuído e hoje ser filho único não é mais coisa de outro mundo. É possível criar apenas um filho e ele não um adulto extremamente egoísta. Afinal ninguém é egocêntrico e mimado por ser filho único e sim por não ter recebido a educação adequada. Moldar um ser humano não tem ligação com a quantidade de irmãos que ele tem e sim pela educação que ele recebe e o meio em que ele vive.

Enfim, sei que a decisão de ter um único filho me cobrará ainda mais atenção na educação do Gustavo para evitar esses estereótipos e fugir da regra. Se Deus quiser, conseguiremos criá-lo tão feliz, completo e educado como se tivesse irmãos... e os amiguinhos e amiguinhas vão ajudá-lo, né galerinha?!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Em tempo: Para refletir...


Falando em amor e disciplina, posto aqui um vídeo com uma palestra do Filósofo e Educador Mário Sérgio Cortella com o tema "O novo do novo: caminhos para o futuro". Uma análise bem interessante sobre como o mundo moderno influenciou e influencia na educação que damos hoje aos nossos filhos. Vale a reflexão!


"...É a primeira vez que uma juventude começa a considerar que desejos são direitos. Isto é, se eu quero, eu tenho direito, você tem que me dar..."

1 ano e 7 meses!

Com carinha de dodói (nariz entupido)

DESENVOLVIMENTO

Soltando o verbo
O vocabulário de uma criança de 1 ano e 7 meses pode variar desde cerca de dez palavras a até 50. Talvez seu filho já consiga juntar duas palavras, e esteja começando a usar mais verbos para expressar ações. E há aquelas que ainda não estão muito interessadas nessa história de falar.


São comuns o "quer", o "pular", e o uso de pronomes, como em "me dá". Muitas crianças com esta idade também já conhecem bem termos de direção, como "fora", "dentro", "em cima" e "embaixo".


Você pode fazer um teste: quando estiver lendo uma historinha que seu filho já ouviu mil vezes, pare em certos pontos do texto e deixe-o completar a frase. Por exemplo, na história dos três porquinhos: "Eu vou soprar, soprar, soprar e a casa..." -- talvez ele grite: "Derrubar!".


Virar as páginas de livros com figuras, conversando sobre elas, é uma boa maneira de aumentar o vocabulário da criança. Vá além de só dizer o nome da coisa: "Olha o cavalo branco! Os cavalos são grandes, correm bastante, e às vezes dá para andar montado em cima deles."


Arrastar é aprender
Crianças pequenas aprendem ao "fazer coisas" com os objetos: tocar, segurar, arrastar, atirar. Por isso estão sempre querendo mudar as coisas de lugar. Os especialistas chamam isso de "aprendizado motor": elas estão sempre testando o tamanho, o peso e a forma das coisas.


Nesta fase, muitas crianças adoram encaixar formas, por isso brinquedos que proporcionem essa atividade são indicados. Por falar em brinquedos, desde o mês passado você deve ter notado que seu filho ficou mais interessado em brincar com eles. Agora, pode ser que ele fique até meia hora entretido com um (o que é uma eternidade para ele).


Encher um pote grande de blocos de madeira e derrubá-los em outro vai ser uma delícia para ele. O mesmo se aplica a brincadeiras com água e areia.


Escolha os brinquedos com cuidado. Os preferidos são livros de páginas duras, instrumentos musicais, blocos de encaixar, potes de empilhar e colocar um dentro do outro, telefones e brinquedos de puxar ou empurrar. Verifique com cuidado se não há peças que possam se soltar, para evitar o perigo de ele engasgar.


Corre-corre
Seu filho anda tentando correr? Ele pode parecer meio desajeitado, mas é assim mesmo. Tombos são inevitáveis -- procure mantê-lo afastado de quinas. Lembre-se também de que o senso de distância da criança ainda não é bem desenvolvido: ela pode decidir "brecar" tarde demais, portanto é preciso tomar cuidado com escadas.


Ele adora andar de todo jeito: de costas, de lado, subir e descer degraus... Se encontrar uma rampa, então, você não vai conseguir arrancá-lo de lá tão fácil.


Ele está louco para ajudar
A criança quer fazer coisas "importantes". Por isso vai adorar ajudar os pais a lavar o carro, pôr a mesa, colocar a roupa suja no cesto e assim por diante. Ah, mas é claro que ela vai querer fazer tudo sozinha -- e pode rolar uma boa birra porque ela quer porque quer levar um copo de vidro para a mesa sem ajuda.


Por isso convide-a para ajudar quando souber que a atividade é inofensiva. Dê um paninho úmido para que ajude na limpeza, deixe-a levar o prato de plástico para a mesa, ou dê a mangueira para ela segurar na hora de regar as plantas (ela vai amar!).


Pensando em aumentar a família?
Como seu filho será afetado pela chegada de um bebê? Sim, vai ser difícil, pelo menos por algum tempo. Ele era o centro das atenções e aí aparece alguém e rouba o show. Há algumas estratégias para tentar amenizar o impacto.


Não é preciso começar a falar sobre o bebê com muita antecedência, já que com esta idade a criança não diferencia muito um dia de um mês. Quando a barriga já estiver grande, comece a falar mais do assunto, usando truques testados e aprovados por outros pais. Mesmo que você ainda não esteja pensando nisso agora, é bom já ter as dicas em mente:
- Mostre itens de bebê em revistas ou lojas e vá contando ao seu filho todas as coisas que o nenê dele vai precisar.
- Deixe-o ajudar a arrumar o quarto e as roupinhas do bebê.
- Arranje uma boneca para ele "treinar", e ensine uma música especial que ele possa cantar para o nenê quando ele chegar.


Disciplina e respeito
O que significa "disciplina" para você? É uma pergunta essencial na sua vida de mãe (ou pai). Se para você disciplina é treinar seu filho a fazer o que você quer que ele faça, você vai acabar frustrada, porque dificilmente vai funcionar.


Melhor pensar que disciplina é ensinar à criança quais são comportamentos aceitáveis ou não, mostrando os limites. Assim você ajuda a criar uma pessoa responsável e independente.


Para diminuir as brigas e birras do seu filho, que luta com todas as forças para ficar independente, lembre-se de tratá-lo como você gostaria de ser tratada.


- Crie regras simples. Se não pode pôr o sapato no sofá, não pode. Mantenha-se firme para que a regra funcione.
- Não perca o senso de humor. Seu filho ainda é uma "obra aberta", e muitas vezes ele simplesmente não vai fazer o que você precisa que ele faça.
- Leve em consideração que bater só ensina a criança a ter medo, e que a agressão não é um meio aceitável de solucionar problemas.
- Dê a bronca, mas fique brava com o comportamento dele e não com a pessoa dele. Há uma grande diferença entre dizer "Que coisa feia!" do que "Que menino feio!".


Mudanças no ritmo de sono
Com esta idade, as crianças dormem em média 13 horas por dia. Muitas já abandonaram a soneca da manhã, mas ainda dormem umas duas horas à tarde.


Caso você ache que o sono da tarde está tirando o da noite, causando escândalos na hora de dormir, pode experimentar trocar o soninho de depois do almoço por um período de descanso, sem que necessariamente ele chegue a adormecer.


Agora que seu filho está bem ágil, cuidado com travesseiros, bichos de pelúcia e protetores de berço. Eles podem servir de plataforma para o malandrinho pular a grade. Se isso acontecer, você pode ter de começar a pensar em passá-lo para uma cama.

Meu comentário: Completamos seus 1 ano e 7 meses com você dodói, mas se recuperando... Bom, vamos aos comments! Podemos dizer que você já está querendo falar novas palavras, repetindo alguns fonemas, depois que voltamos da praia então, você parece um periquito na areia quente, conversa vários minutos sozinho e outros vários com a gente! Quanto as brincadeiras de encaixar, montar... quando você está paciente, realmente fica uns bons minutos entretido com isso. O problema é quando não consegue realizar o que quer! Correr? Isso já é moleza para você faz tempo! Ajudar nas tarefas? Quer mesmo! Fazer o suco com o papai, varrer a casa com a Fatinha, fazer o sanduba com a mamãe, limpar o quarto com a Manu... Aumentar a família? Fora de cogitação! Com esse probleminha você não vai precisar aprender a lidar! A disciplina é aquele velho ditado: "água mole em pedra dura, tanto bate até que fura". Haja paciência para mostrar o certo e errado, mas você já tem entendido quando algo não pode ou quando ficamos tristes com seu comportamento. Ai sabe o que você faz? Se aproxima de mansinho, dá um abraço e um beijo todo desconfiado... Sim! Vc já sabe abraçar e beijar! Esperto, meu garoto! Ah, você também já começou a se interessar por outros programas do Discovery Kids, além do Hi5! O sono continua tranquilo, do mesmo jeito: dois sonos de 1 hora (manhã e tarde) e o da noite (de 20:30 às 05:30h). Enfim, você está se desenvolvendo super bem... meu orgulho!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Gripe chaaaata!

Ai, ai... é, o babado foi mais forte que pensávamos! Começou com um narizinho escorrendo e até hoje você está dodói...
A secreção piorou, terça começou a ter febre, está sem querer comer direito, se engasgando com a comida, quarta vomitou o almoço... Então, liguei para o Dr. João Nelson. Ele passou um xarope chamado Abrilar (tb é fitoterápico) e disse que é para manter o Kaloba e Fluimicil. Enfim, disse que está generalizada essa gripe em crianças esse dias.
Começamos também a colocar eucalipto do seu quarto à noite.
De ontem para hoje vc teve febre de madrugada (ainda não tinha tido, estava só durante o dia) e foi aquele chororô para tomar o Tylenol (mas é porque é muito ruim o gosto, mamãe... tadinho!).
Hoje você amanheceu melhor e comeu melhor (resolvemos bater no liquidificador para vc não se engasgar). Apesar de tudo, continua super ativo e esperto, brincando muuuito com a tia Quel, que viaja hoje para Sampa - visitar o tio Rômulo - e depois para Gramado e Porto Alegre. Boa viagem, titia, aproveite bem e volte logo, pois fico com saudade!!!
Hoje à noite, deu febre de novo... fomos dar o Tylenol depois da janta e vc acabou vomitando... mas dormiu bem belhor, o nariz já não está entupindo e a secreção está mais solta!
Em breve, você estará 100% de novo!

domingo, 12 de setembro de 2010

Fim de semana "congestionado"

Definitivamente esse não foi um findi muito legal...

Principalmente porque você ficou dodói. Passou super bem de toda a danação das férias, sem nenhum nariz escorrendo, mas ontem o nariz resolveu entupir do nada!
(acho que pode ter sido uns dentinhos nascendo atrás - pois você ficava mordendo o bico de lado-, que pode ter baixado sua imunidade)

O sábado foi tranquilo. Fomos almoçar na casa do Vô Rubens e Vó Zilá. O Pepe estava lá e você brincou muito! Depois viemos para casa, você dormiu bem, lanchou e fomos para a pracinha. Mais diversão! Você encontrou um parceiro para jogar bola e não queria saber de mais nada! Ainda interagiu com 2 novas amiguinhas. Jantou e foi dormir tranquilo, mas...

...Acordou tossindo, chorando e com o nariz totalmente entupido de madrugada! Colocamos remédio (Fluimicil) no nariz e ficamos assistindo o Hi5 até você dormir de novo!
Você até que acordou bem, não teve febre e comeu direitinho (comecei o tratamento com o Kaloba também)!

Fomos para a praia rapidinho, pois o objetivo não era o lazer, mas a melhora com a água do mar! Mesmo assim, você ainda curtiu... Te dei vários mergulhos no mar brincando de pular as ondas e você morreu de rir, tomou água de coco, brincou de bola... e fomos embora crentes que você ia apagar!
Que nada, deu só um cochilinho no caminho e ficou acordadíssimo... almoçou devagar, mas comeu quase tudo e finalmente dormiu!
Passamos o resto do domingo em casa... eu, basicamente, limpando cocô e trocando suas fraldas. Não sei o que deu no seu intestino que não parava de funcionar!!! E era cocô normal mesmo! rs

Graças a Deus, você mesmo com todo o incômodo de um nariz entupido, não perdeu a graça e a energia. Ficou mais impaciente, é claro (inclusive me deu uns tapas que só adimiti por conta da situação)... mas continuou o menino esperto que é!

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Feriado a 3!

Hoje foi a nossa despedida das férias!
De manhã, ficamos em casa só nós 3! Depois que você almoçou e se fartou de tanta melancia, fomos almoçar no Pátio Dom Luis para conhecer o shopping.
Estava super tranquilo, pouca gente e foi ótimo para você... quanto mais gente, mais agitado você fica. Eu e seu pai conseguimos almoçar com você no meu colo e comendo meu almoço!
Depois fomos para a parte de brinquedos que ainda é de graça e você dominou o pedaço. Pobres das 3 meninhinhas que estavam por lá, mal conseguiam brincar sem você tentar um abraço ou um empurrão!

Desenhar que nada, gosto mesmo é de derrubar os lápis e sair correndo com um na mão (para o desespero da menina que estava responsável pelas crianças)

Felicidade plena no pula-pula

A piscina de bolas também é bem legal!

Segundos de calma e concentração

Meu amor, assim terminaram nossas férias: você feliz e nos fazendo felizes!
Espero que esses momentos que passamos juntos (e todos os outros muuuitos que virão) fiquem guardadinhos em um lugar bem especial na sua memória de infância e que um dia possas lembrar com carinho de tudo...
...Bom, caso esqueça de algum detalhe, estamos aqui para isso! rs

sábado, 4 de setembro de 2010

Despedida

Hoje foi o nosso último dia no Aquaville, mas voltaremos em breve!
O casamento foi legal, mas voltamos cedo para acordar cedo e liberar seus avós para voltarem. Nem tomamos café da manhã, fomos direto te encontrar...
Quando te vi, brincando com o vô e a vó, saí correndo para te dar um big abraço, já estava morrendo de saudades!!! Nos despedimos dos seus avós e fomos tomar café...
Enquanto isso, você se encantou com o cachorrinho do vizinho e já foi se apossando da coleira. Ficou passeando com o bicho todo crente... e não queria mais largar. Aproveita o pet dos outros mesmo, filho, pois a mamãe está ficando é velha, não é doida, não! Sem possibilidades de ter um bicho dentro de casa. Na na ni na não!


Terminamos de arrumar as coisas e fomos fechar a conta. Aproveitamos para conhecer o apartamento a que temos direito por lá... realmente não dá para vim com babá se for para ficar no menor! No caminho de volta, você dormiu um sono profundo e tranquilo... de dar inveja (boa!)

E assim acabaram nossas férias no Porto das Dunas. Tenho certeza que você gostou muito! Valeu a pena! Que venham muitas outras férias bem legais para curtirmos em família!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Mais piscina!

Hoje, voltamos a tomar café da manhã no restaurante enquanto você brincava com a Manu pelo Aquaville afora... depois mais farra no gramado, no pula-pula... ai apareceu um cara tirando os côcos do coqueiro bem próximo ao nosso apartamento. Adivinha? Você queria subir na escada, pegar no facão, tirar e carregar todos os côcos... só se acalmou quando o rapaz abriu um côco para você, que bebeu todinho de uma só vez!


E como praticamente é o nosso último dia para aproveitar, depois da soneca matinal, antes do almoço, voltou a rolar uma piscina básica! E como é sexta-feira, já começou a chegar mais gente... então tinha uma amiguinha para brincar. Você está um verdadeiro "peixinho"... já se sente seguro sozinho na piscina, bate as pernas e fica na posição horizontal!
Tá no sangue, né amor? Afinal, filho de surfista... ao menos bom nadador será! Além da mamãe aqui, que não é nenhuma profissional, mas sempre nadou bem!
De tardezinha, logo depois que você acordou e estava lanchando, seus avós chegaram de novo para ficarem esta noite com você, pois temos um casamento para ir!
Desta vez, a recepção foi beeeem melhor! Pediu para a vó Sussu sentar ao seu lado e ofereceu, por livre e espontânea vontade, um pedaço de pão de queijo para o vô Franzé!
Para evitar choros, saímos escondidos enquanto você passeava com seus avós. Já levamos um monte de coisas.
Quando chegamos, ainda fui fazer as unhas, e liguei para saber de você. Sua vó me contou que quase você mata seu avô do coração... pegando na mão dele e colocando junto ao rosto para que ele ficasse ao seu lado no jantar!!! Aêêê... meu filho também é carinhoso! Apesar de não gostar de contatos muito calorosos, às vezes tem esses rompantes de afeto!
Bom, não precisa falar que enchi meus olhos d'água e já estou morrendo de saudade de você... Como você preenche nossa vida!!! Te amamos, filho querido!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Dia animado!

Hoje começamos o dia com um passeio de caiaque bem legal!
Primeiro você foi com o papai... queria pegar no remo e nos peixes que nadavam próximos.
Depois foi a vez de passear comigo... foi quando o Vovô Franzé, a Vovó Sussu e a Bivó Maria chegaram!!! Fomos de caiaque até lá e o vovô te pegou!
No começo, você não queria muito saber dos seus avós, só pregado na gente, inclusive levantando a mão para sua vó e bivó!!! Muito feio isso, heim rapazinho! Mas depois relaxou!
Você dormiu e nós (menos a bivó) fomos aproveitar um pouquinho a piscina e mostrar o local para seus avós. Depois do seu almoço, fomos almoçar no Restaurante. Foi difícil fazer você esquecer um pouquinho o papai e ficar com a Manu para podermos comer, mas nada que uma jangada e um pula-pula não resolvam.
Quando o sol "esfriou" eles foram embora e nós fomos dar a soneca da tarde!
Hoje não rolou piscina para você, pois já pegou muito sol!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Praia, finalmente!

E começa os B-R-O-BROS! Hoje, depois que você foi dar a sua volta matinal com a Manu, eu e seu pai resolvemos tomar o café da manhã no Restaurante do Aquaville (uma delícia!).

Alô, vovô. Alô, vovó! Quando vcs vêm? Amanhã? Legal!

Já se sentindo o dono do pedaço!

Depois de comermos muuuito, nos juntamos a você para brincar um pouco... foi quando a irrigação automática dos jardins disparou e você, claro, não resistiu! Partiu para cima da água (do rio, com cheiro de peixe) com gosto de gás e se molhou todo! Muito bom brincar com água, né filho?!

Todo molhado depois de pisar na água (suja) que irriga o gramado

Depois do seu almoço, fomos finalmente tentar pegar uma praia mais tranquila, pois o mar daqui está meio agitado com tantos ventos. Fomos para a Prainha. A maré estava seca e só deu para você.

Depois de tomar água de coco, tomou banho numa piscinha enorme que se formou, catou búzios e brincou na piscininha que cavamos...

...mas o sol estava punk (você está um moreno ainda mais lindo!), então subimos para a barraca!
Enquanto eu e seu pai almoçávamos, você ficou bem quietinho com a Manu vendo uma galera do kite desmontar e guardar o equipamento!
Depois de um bom banho de chuveiro, voltamos para o Porto das Dunas e a soneca foi garantida!