quarta-feira, 17 de agosto de 2011

2 anos e meio


A cada dia que passa ele inclui mais palavras em seu repertório e aprimora a capacidade de ligá-las a objetos. Partes do corpo, algumas cores e até o nome de um ou dois amiguinhos já entraram no vocabulário do seu filho.
Estimule todo esse desenvolvimento acrescentando detalhes às pequenas frases que ele construir. Por exemplo, se ele disser "au-au nanando", você pode incrementar a história falando "Sim, o cachorrinho dormiu porque cansou de brincar". Claro que ele não poderá ter uma linguagem tão complexa ainda, mas está aprendendo o tempo todo e arquivando seus conhecimentos para usar no futuro.

Meu comentário: Ai, ai, ai... você está um pimentinha!!! De 2 anos e 5 meses para cá você deu alguma "retroagida". A volta à escola foi aparentemente tranquila, mas você manifestou a saudade de forma agressiva. Ficou mais birrento e atrevido. Tem nos enfrentado, não obedece às ordens, bota dificuldade em tudo. Está ainda mais apegado ao bico. Cocô ainda tem que ser na fralda. Voltou a dar um trabalhinho para comer (verme de novo). Coloca tudo do chão na boca, ainda na fase oral. Inventou de cuspir. Está um pouco mais possessivo: "meu pai e minha mãe", "não pega no meu brinquedo"...Em compensação, está muito engraçado, usando expressões dos adultos no contexto certinho: "esse papai cabeça", "essa mamãe teimosa", "Ben 10 danado", "ai meu Deus"... já diz que só quer o remédio "bonzinho" (xarope Abrilar), mas não quero o ruim (complexo de vitamina)... inventa que ainda quer fazer mais cocô para não ter que tomar banho... diz que "só quer ver" quando quer pegar em algo... pede "desculpa, mamãe" com a maior cara de safado... oferece coisas para todo mundo: "quer Ia, quer?"... sabe o nome de todos da família e a relação de parentesco de todos... se aventura em todos os brinquedos, independente do limite de idade... e é muito resolvido, destemido, sem medo de ser feliz! Na verdade, você tem se revelado minha cópia fiel em termos de temperamento.
Parabéns, meu menininho. Amo mais que o infinito. Obrigada, meu Deus, por ter me dado um presente tão perfeito, saudável e cheio de energia. Vamos que vamos!

domingo, 7 de agosto de 2011

Um fim de semana birrento... chama a Supernanny!

Depois de uma semana estressante, com mudanças no trabalho, a perda de um colega de trabalho, sua volta à escola (readaptação aos horários de sono, alimentação e a nossa ausência), TPM, cólicas, dores nas costas, preocupações, nenhuma saidinha para aliviar a carga e desopilar... e outras coisitas mais... veio o final de semana cheio de "catarro" e birra... muita birra!

Não sei exatamente o que aconteceu, não sei se foi a volta a escola, a nossa ausência, a gripe, o antialérgico que você está tomando... ou tudo junto... mas nesse final de semana você bateu o recorde de birra e choro, alíás, choro não... escândalo!!! Gritos de enlouquecer qualquer ser humano normal!

Começou na sexta à noite quando você fez cocô na cuequinha na escola. Seu pai foi no Iguatemi com você e, segundo ele, você deu um escândalo por lá. No sábado, apesar de você ter acordado cedo e estar gripado, seu pai quis levá-lo para a festa do Dia dos Pais do Colégio Batista no Cocó, debaixo de sol quente. Você foi depois de muita enrolação para se vestir. Resultado, birra atrás de birra. Fomos almoçar no Del Paseo, você viu o play e queria ir na mesma hora, dissemos que íamos primeiro almoçar e você começou mais um "show", com direito a se jogar no chão e gritos ensurdecedores. Deixei você se acalmar sozinho, expliquei e você aceitou as condições. Para tomar banho e dormir na cama foi outro estresse... fora os "bonecos" para se vestir e se despir! No domingo, birra para sair de casa e ir na padaria. Desobediência durante o almoço no Cowbói, se afastando de nós sozinho e colocando coisas do chão na boca. Birra para ir embora. No carro, queria ir em pé, entre os bancos, não deixei e foi o maior escândalo de todos: gritos, chutes, tapas... Você só se acalmou quando eu desisti e chorei de tão cansada de tentar te por limites...

Confesso que me senti extremamente frustada... Desde que você nasceu, me preocupo em ser uma mãe presente, em acompanhar seu desenvolvimento, em nunca te deixar sozinho com a babá, em preservar sua integridade física e psicológica... abri mão de muitas coisas que gosto para não falhar por ausência... deixo de delegar muitas coisas pois sei que você fica mais feliz quando sou eu quem te dá banho, te põe para dormir... faço questão de não ter folguista para estar ao seu lado no fim de semana. Você é minha prioridade. Faço isso de coração, porque sinto necessidade, sem esperar muito em troca: só quero ver você se tornando uma criança feliz, educada, obediente, que respeita os outros e consequentemente um homem de bem, de caráter e temente a Deus. Sou assim, gosto de assumir minhas responsabilidades, sentir que as cumpro, de ter o controle das coisas, me cobro muito e, se pudesse, assumiria a obrigação dos outros só para ver as coisas caminhando e não me estressar ainda mais. Mas, infelizmente ou felizmente, sou só uma e não tenho condições de dar conta de tudo. Sempre peço a Deus que esteja contigo nos momentos em que em não puder, te protegendo de pessoas ruins, de acidentes, de traumas emocionais. Apesar de tudo isso, em um fim de semana assim, parece que nada vale a pena, que nada do que acredito e do que tento fazer está funcionando... recebo pouco apoio e muita crítica... A situação toda me faz sentir a pior mãe do mundo, a louca, a cruel, a que não sabe educar... uma decepção para todos, apesar de saber que tenho feito o meu máximo, até mais do que minha saúde física e mental permitem.

Enfim, respirei fundo, rezei para Deus me iluminar, me mostrar o caminho certo e vi que não sou perfeita, mas tenho a consciência tranquila de que sou a melhor mãe que posso ser... que, claro, perco a cabeça muitas vezes, mas também sou dedicada, amorosa e fiel ao que acredito ser a melhor educação que posso te dar... fiel ao que aprendi com os erros e acertos dos meus pais, fiel ao que eu aprendi com o mundo, com a vida. Não vou dar ouvido a críticas... sou passível de erro e de perder a paciência sim, principalmente quando tenho outros milhões de motivos para tanto... mas tentarei sempre me controlar.... sabendo que nem sempre conseguirei...sei que sou HUMANAMENTE a melhor mãe que posso para você!

"Fazemos o que é certo (e possível), não o que é perfeito (e ideal). Se o perfeito fosse possível o nome desse planeta seria céu e não Terra!"

Para encerrar, um texto sobre o assunto que serve de dica para mim e para todos:

Chiliques, birras e acessos de raiva
Chiliques e acessos de raiva são como chuva de verão -- repentina e, às vezes, violenta. Num minuto você e seu filho estão jantando tranquilamente, e no seguinte ele está chorando, esperneando e gritando porque o canudo do suco não é da cor que ele queria. Crianças entre 1 e 3 anos são especialmente propensas a ter esses "ataques".

Não há por que achar que você está criando um pequeno tirano -- nessa idade, é pouco provável que seu filho esteja tentando ser manipulador. Provavelmente ele está tendo um "surto" por causa de uma frustração, que ele não consegue expressar bem com palavras, porque ainda é muito novinho.

Faça de tudo para não perder a calma você também
Respire fundo. Claro que os ataques de birra dos pequenos não são uma coisa bonita de se ver. Além de chutar, gritar ou socar o chão, seu filho pode jogar coisas, bater ou prender a respiração até ficar roxo. Nessa hora, ele não escutará nenhuma "voz da razão".

Uma tática que pode funcionar é ficar perto do seu filho durante o chilique. Sair da sala ou do quarto e deixá-lo sozinho -- por mais tentador que seja -- pode fazê-lo se sentir abandonado. A tempestade de emoções que tomou conta da criança pode ser assustadora para ela, e ela gostará de saber que há alguém por perto.

Alguns especialistas recomendam carregar a criança no colo, se possível, e dizer-lhe que o abraço é gostoso. Mas outros dizem que é melhor ignorar o chilique até a criança se acalmar, em vez de "recompensar" o comportamento negativo. Você acabará descobrindo o que é melhor para seu filho por meio de tentativa e erro.

Mas, por mais que o chilique dure, não ceda a demandas pouco razoáveis. Bem que dá vontade de fazer isso, para acabar logo com o escândalo, ainda mais quando se está em público. Tente não se preocupar com o que os outros pensam: todo pai e mãe já passaram por isso. Se você ceder, só vai ensinar ao seu filho que espernear é um bom jeito de conseguir o que quer.

Além disso, seu filho já está assustado por estar fora de controle, e a última coisa que ele precisa é sentir que você também está sem controle.

Se a birra aumentar a ponto de ele bater nas pessoas ou nos animais de estimação, jogar coisas ou gritar sem parar, leve-o até um lugar seguro, como o quarto. Explique por que ele está lá ("Você bateu na tia Maria") e deixe-o saber que você ficará com ele até ele parar.

Em um lugar público, prepare-se para ir embora com seu filho até ele se acalmar. Se ele começar a espernear porque o espaguete veio com pedaços de tomate, por exemplo, leve-o para fora do restaurante até ele se acalmar.

Quando a tempestade passar, converse com seu filho sobre o que aconteceu. Diga que você entendeu a frustração dele, e ajude-o a colocar os sentimentos em palavras, dizendo algo como: "Você estava muito bravo porque sua comida não era como você queria".

Deixe-o perceber que, se ele usar palavras para se expressar, vai conseguir resultados melhores. Diga, por exemplo, com um sorriso: "Desculpe por não ter entendido. Agora que você não está mais gritando, consigo saber o que você quer".

Evite situações que favoreçam os ataques de birra
Tente evitar situações que possam levar seu filho a ter um chilique. Por exemplo, se ele é do tipo que fica muito mal-humorado quando está com fome, carregue pequenos lanches. Se ele tem problemas na transição de uma atividade para outra, avise-o com antecedência.

Alerte-o de que vocês estão prestes a jantar ("Nós vamos comer quando você e papai terminarem de ler essa história"), o que lhe dará chance de se preparar.

Nessa fase, seu filho também está às voltas com a independência, então lhe dê a chance de fazer escolhas sempre que possível. Ninguém gosta de receber ordens a todo instante.

Perguntar se ela quer cenoura ou milho, em vez de simplesmente mandá-la comer milho, dá à criança uma sensação de controle da situação. Fique de olho na frequência dos seus "nãos" para ela. Se isso virou rotina, você provavelmente está criando um estresse desnecessário para vocês dois. Tente relaxar um pouco. Pense bem antes de entrar num impasse.

Será que realmente vai atrapalhar muito ficar mais cinco minutos no parquinho? E será que alguém realmente se importa se seu filho quiser usar meias de cores diferentes?

Fique de olho em sinais de estresse
Embora ataques e chiliques diários sejam normais quando a criança tem entre 1 e 3 anos, você precisa ficar de olho em possíveis problemas. Pense se houve algum problema sério na família, uma fase de muita correria na vida de todos, se há tensão entre a mamãe e o papai. Tudo isso pode causar esse tipo de comportamento.

Se seu filho tem mais de 2 anos e meio e continua tendo altos ataques de birra todos os dias, converse com o pediatra. Se a criança for mais nova, mas tiver de três a quatro ataques por dia e não cooperar em nenhuma das atividades diárias, como se vestir ou guardar os brinquedos, também pode ser o caso procurar outro tipo de ajuda.

O pediatra pode verificar se há algum problema físico ou psicológico mais sério e sugerir maneiras de lidar com a situação. Também converse com ele se seu filho fica prendendo a respiração de propósito até ficar roxo (há algumas crianças que chegam a desmaiar), o que pode ser bem assustador. Há algumas indicações científicas de que esse comportamento pode estar ligado à deficiência de ferro.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

domingo, 31 de julho de 2011

Do berço para a cama!!!

Sábado foi dia de mudanças... a começar pelo cabelo!
Depois de almoçar no Center Box, passar na Baby Center para comprar a grade da sua cama e um conjunto de cama, e em outra loja comprar um colchão novo para as nossas colunas sofridas, fomos cortar seu cabelo no Dr. Cabelo. A moça que sempre corta não estava por lá e um homem cortou. Você novamente se comportou como um rapaz, o cara foi que exagerou no corte e te deixou um "indiozinho"!
Depois fomos dar uma volta na Praia de Iracema que estava lotada! Você andou de bike e curtiu uns bichos de madeira que estavam expostos por lá. Comeu a pipoca básica enquanto assistia a galera do patins passar para lá e para cá, fazendo manobras e levando tombos. Passamos para pegar nosso jantar e fomos para casa mortos de cansados, os três.
Ainda tive que arrumar sua cama com a colcha nova e as grades, organizar bem o espaço para não termos acidentes logo no primeiro dia e finalmente de coloquei para dormir! Quando eu estava vestindo seu pijama, você disse: "vou dormir aqui!". Você adorou a novidade e não deu nenhum trabalho. A sua noite foi tranquila, a minha é que foi agitada, pois qualquer barulhinho eu achava que você tinha se levantado achando que estava no berço e tinha caído de cara no chão!
Graças a Deus, essa transição foi tranquila... mas deixei o berço lá, montadinho, caso haja algum retrocesso.

A transição do berço para a cama.
Esse é um grito de liberdade que, associado aos primeiros passos, pode transformar a casa em um local pouco seguro para esses desbravadores infantis. A saída do berço pode tanto ser algo natural como sofrido para cada criança. O estímulo, a orientação e a conversa aberta, explicando os motivos da troca podem ajudar nesse caminho.
Quando o berço, ao invés de reter e proteger a criança, passa a ser um "obstáculo a ser transposto" ou quando o bebê resolve que ele quer deixar de ser bebê e crescer, fiquem atentos. Essas podem ser ótimas dicas de quando iniciar esse processo, a princípio, baixando as grades do berço e orientando essa criança sobre as formas adequadas e os riscos ao subir e descer, para não se machucar.
Entre os 2 e os 4 anos de idade a curiosidade, a maior capacidade física e a consciência corporal facilitam o senso de exploração do mundo ao redor. Mesmo assim, nenhuma mudança deve ser brusca e tudo deve ser conversado e explicado, mesmo que seja uma decisão já tomada, sendo interessante que a criança possa até participar da escolha e da compra da sua cama nova e de seus complementos (lençóis, travesseiros, etc.), sendo cúmplice dessa transformação.

A primeira cama deve ser baixa, mais acessível, com cantos arredondados, inicialmente com uma meia grade, para proteção contra quedas, que pode ser retirada quando a criança estiver segura e adaptada. Para evitar que a criança prenda sua cabeça nas grades, os espaços entre as colunas devem ser pequenos. Nunca coloque essa cama perto das janelas.
Explique as razões da cama, valorizando a mudança, o novo espaço e observe as reações da criança. Se vocês perceberem algum sinal de insegurança não eliminem o berço de vez. Se houver espaço, mantenham-no no mesmo quarto, ao lado da cama, para que a criança se habitue a esse ritual de passagem. O sumiço do berço pode ser encarado como um castigo ou uma punição e isso não costuma ser bem aceito pela criança, interferindo, diretamente, em sua quantidade e qualidade de sono, bem como em sua confiança nas atitudes de seus pais.

Uma dica: nascimentos e irmãos, separações, mudanças de escola ou de casa podem adiar o momento adequado para essa novidade.

Manhã de domingo chuvosa, e nós fomos bater o nosso ponto na padaria Plaza.
Você todo rapaz segurando o guarda-chuva!

Depois de você almoçar em casa, fomos almoçar no Parque Recreio com seus avós paternos, o Tia Dadau, a Tia Leila e o Guigui!
Você simplesmente se esbaldou nos brinquedos em companhia do primo.


 Não olhou nem para trás, entrou nos brinquedos sem pedir licença. Escorregou várias vezes e morreu de pular no pula-pula!
Safadinho, só imitando o outro primo, Pepe!
Felicidade por ter com quem brincar!

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Ter filho não é pra todo mundo

Publiquei um artigo com o nome do título do post no meu facebook e mandei por email para os amigos da lista e gerou uma certa polêmica... Mas o que quero esclarecer é que não estou julgando ninguém, nenhuma mãe moderna, nenhuma mãe ou pai com mais de 1 filho... pois tudo é relativo. O que é certo e melhor para mim, não significa que será para os outros. Concordo com o texto porque para mim funciona, para eu conseguir ser uma mãe "de verdade", dentro do que eu acredito ser mãe "de verdade", não cabe ter mais de um filho... de acordo com a minha estrutura emocional e financeira, de acordo com o tempo que tenho, ter só VOCÊ, que já me realiza plenamente como mãe, é o que quero, é o que me faz feliz, é o que me permite ser mãe de verdade!
O que mais me impressiona é ser, muitas vezes, mais criticada por querer ter "só" 1 filho do que aquelas mães que têm 2, 3 ou mais, mas que, na verdade, não assumem suas responsabilidades e se dizem mães... é ser chamada de egoísta por não querer te dar um irmão e aquelas mães que não abdicam de nada pelos filhos não serem... Me sentiria muito mais culpada, egoísta e individualista se não fosse capaz de trocar uma noitada com os amigos para estar com você às 6h da manhã do outro dia... se não fosse capaz de passar o dia inteiro na praia pulando ondinhas e fazendo castelos e piscininhas do que bebendo cerveja e comendo caranguejo... se não fosse capaz de diminuir a malhação para sobrar mais um pouquinho do meu tempo livre para você...
EU, Rafaely, acredito que preciso (e quero) fazer isso agora, nos seus primeiros anos de vida, quando você mais precisa de mim... graças a Deus e a ajuda de seu pai, encontrei o equilíbrio e tenho conseguido realizar com mais serenidade todos os papéis que me cabem e quase todos os interesses pessoais e desejos que tenho. Como sempre disse minha mãe: "tudo a seu tempo"... agora, na minha opinião, é tempo de ser mais mãe do que Rafaely (sem deixar de ser Rafaely, é claro... é só uma questão de prioridade)... e chegará o tempo em que voltarei a ser mais Rafaely e menos mãe (sem deixar de ser mãe, é claro... ai é uma questão biológica mesmo)...
Não quero, em hipótese alguma, ser superprotetora, estar presente 24 horas do dia em sua vida e muito menos mimá-lo... quero sim, te criar para o mundo, feliz e independente e preparado para ele! Quero fazer parte da sua vida, a parte de mãe que me cabe, nem mais e nem menos... mas confesso, se tiver que pecar, prefiro pecar por excesso, pois acredito que nesse caso o excesso traz menos consequências desastrosas que a falta.
Quero continuar passando os fins de semana sem babá, só nós 3... quero continuar compartilhando um monte de momentinhos do seu dia durante o tempo que tenho na semana, sem deixar de fazer outras coisas que gosto (namorar o papai, malhar, sair com os amigos...)... Quero saber contar a sua vida, quero conhecer o que você sente e pensa, quero ser sua amiga... quero estar presente nas suas melhores lembranças da infância. Aos poucos, enfatizo, AOS POUCOS, com o amor, a segurança e os ensinamentos que tento te passar, você vai formando sua personalidade, se estruturando emocionalmente de forma tranquila e saudável e se tornando pouco a pouco um ser independente e mais preparado para tomar as suas próprias decisões e atitudes... aos poucos, tudo acontece... o que não dá é querer lavar as mãos agora, na frágil e importante fase da infância, e simplesmente te jogar no mundo... minha missão de mãe, vou cumprí-la com a consciência tranquila que estou fazendo o meu melhor... tentando seguir o que acredito ser mais "perfeito" para nós 3 como família... POR TUDO ISSO e mais outras coisitas... seremos SEMPRE (se Deus quiser) e "SÓ" NÓS 3!

Bom, segue o texto polêmico!


Vamos ser francos: quem realmente tem capacidade para se dedicar a uma criança como deveria. Faça a análise antes de ter uma
por José Martins Filho


Será que todos os seres humanos precisam ser pais? Não sei. Cuidar bem de uma criança, além de ser de sumária importância, dá um trabalho danado. Crianças choram à noite, nem sempre dormem bem, precisam de cuidados especiais, de limpeza, de banho, alimentação, ser educadas e acompanhadas até a idade adulta. E, principalmente: crianças precisam da presença dos pais, sobretudo as menores, que requerem a mãe na maior parte de seu tempo. Não é dando dois beijinhos pela manhã antes de ir para a creche, ou colocando a criança para dormir à noite, que será possível transmitir segurança, afeto e tranquilidade. Escuto muito a seguinte frase: “Doutor, o que interessa é a qualidade do tempo junto e não a quantidade”. Duvido. Diga ao seu chefe que você vai trabalhar apenas meia hora por dia, mas com muita qualidade. Certamente ele não vai gostar. Seu filho também não.

Sejamos sinceros, nem todo mundo está disposto a arcar com esse ônus. Talvez seja melhor adiar um projeto de maternidade, e mesmo abrir mão dessa possibilidade, do que ter um filho ao qual não se pode dar atenção, carinho e presença constante. Lembre-se que é preciso dedicar um tempo razoável: brincar junto, fazer os deveres de casa, educar, colocar limites.

Como fazer tudo isso e ainda continuar no mercado de trabalho? Usando seu horário de almoço para comer junto com seu filho. Fazendo visitas na creche durante o dia. Passeando no final de semana, em atividades em que a criança seja prioridade, como praia, parques, jogos em conjunto. Por favor, isso não inclui shopping center.

Sou obrigado a fazer todas essas coisas? Claro que não. Mas ser pai e ser mãe também não é uma obrigação, sobretudo nos dias de hoje em que a vida oferece infinitas possibilidades. Trata-se de uma escolha. E, como toda escolha, pressupõe que você abra mão de outras tantas. O que se propõe? A volta da mulher à condição de dona de casa? Também não. O que se propõe é a conscientização da paternidade e maternidade. A infância determina a vida de todos nós. Ela é fundamental para a existência humana. Na esfera psíquica, os primeiros dois anos significam a base da construção de uma personalidade saudável. A violência, a agressividade, a falta de ética, a amoralidade dos tempos modernos não são apenas fruto de dificuldades econômicas e sociais, mas da falta de amor, educação, limites.

Com a vida moderna, as crianças passaram a ocupar um papel secundário ou terciário na vida familiar. Lembre-se de que o futuro da humanidade vai depender dessas crianças que, provavelmente, chegarão aos 100 anos de idade. Fico triste quando, no consultório, a mãe não pode estar presente, ou o pai. E nem mesmo a avó: apenas a babá.

Deveríamos fazer uma análise tranquila antes da maternidade ou da paternidade. Queremos mesmo mudar nossa vida? Vamos ter condições de participar intensamente da vida desse novo ser? Se lograrmos essa consciência, tenho certeza de que o mundo irá melhorar.

José Martins Filho é médico pediatra, autor do livro A Criança Terceirizada, professor e pesquisador do Centro de Investigação em Pediatria

domingo, 17 de julho de 2011

2 anos e 5 meses

 

Com quase 2 anos e meio, as crianças adoram se envolver em todo tipo de "projeto" pela casa, mas digamos que arrumar a bagunça que fica depois não é lá a parte preferida delas.
Se o seu filho faz uma verdadeira revolução por onde quer que passe, experimente os truques a seguir para mostrar que limpeza também faz parte da brincadeira:
- Quando ele acabar de montar um quebra-cabeça ou jogo de encaixar peças, ajude-o a desmontar tudo e colocar de volta bem rápido (ele vai se divertir com a "destruição")
- Se ele adora pintar, vai gostar de ver depois como dá para colocar as canetinhas de volta na caixa por ordem de cor, de maneira bem artística.
E não se esqueça de sempre elogiar as iniciativas de limpeza e arrumação dele, mesmo que o resultado final não seja perfeito.

DESENVOLVIMENTO
Desenvolvimento motor: dons artísticos
Logo logo você vai notar algumas mudanças naqueles rabiscos irreconhecíveis. Em uma primeira etapa, por volta de 1 ano, 1 ano e meio, tudo o que seu filho conseguia fazer era segurar o giz de cera com praticamente a mão toda e movimentá-la ao acaso pelo papel. Depois passou a fazer linhas mais retas, valendo-se mais do pulso.
Por volta de 2 anos e meio, os dedos passam a ter mais agilidade, e muitas crianças já conseguem segurar o lápis entre o dedo indicador e o polegar. Com isso, têm melhor controle do que fazem e algumas formas começam a aparecer, como círculos ou linhas curvas de um arco-íris.
Incentive os dotes artísticos tendo em casa bastante material para brincar, como giz de cera, canetinhas, tinta, argila ou massinha (fique de olho no selo do Inmetro para garantir que são apropriados para a idade da criança). Não se preocupe muito com resultados "concretos", já que o que importa mesmo agora é o "fazer".

Atenção para detalhes
É impressionante o olho e o ouvido que crianças desta idade têm para detalhes. O que ocorre é que tantas coisas e experiências novas criam uma atenção especial para sons, cores, tamanhos e movimentos que a maioria de nós nem percebe mais. Não se surpreenda ao ouvir comentários sobre o "tiquetaque do relógio" ou o "chapéu azul do carteiro".
Seu filho vai também perceber relação entre características similares, como a barba do vovô e a barba do Papai Noel.
Toda essa atenção com os detalhes explica por que ele nota tão rápido uma mudança na disposição dos móveis da sala, um corte de cabelo novo ou a página arrancada de um livro (e geralmente pede para que tudo volte a ser como antes!).
Desenvolvimento emocional e social: volta no tempo
Não seria uma maravilha se o desenvolvimento só fosse feito de avanços? Só que, como praticamente tudo na vida, às vezes os passos são para a frente e às vezes para trás. Por exemplo, uma criança que já dormia bem a noite toda começa a acordar de novo todos os dias às três da manhã. Ou a chupeta que estava perdida e esquecida volta com força total para a boca.
Crianças regridem dessa forma por vários motivos, como estresse (bebê novo em casa, volta da mãe ao trabalho, pai demitido, briga de casal, comportamentos agressivos por parte dos pais) ou medo (do escuro, de um monstro, de separação dos pais). O empenho muito forte em aprender uma nova habilidade também pode levar ao "esquecimento" de outra.
Se isso acontecer, o melhor que você tem a fazer é dar muito carinho e segurança, sem criar grandes dramas. Não é o fim do mundo ceder um pouco, só deixando claro os limites ("Sim, pode ficar de fralda por umas horinhas e depois a gente volta para a cueca, tá?"). Crianças crescem, não tem jeito, e não vai demorar para que ele mate a saudade do comportamento de "bebê" e esqueça do assunto.
Caso ache que realmente há algo de errado, não hesite em conversar com o pediatra. É raro, mas pode acontecer de uma disfunção física provocar a perda de habilidades previamente conquistadas.

É meu!
É quase regra: crianças de 2 anos brincando acabam disputando o mesmo brinquedo. Elas tendem a ser superprotetoras em relação a seus objetos, e a capacidade de emprestar e dividir só vai surgir de verdade daqui um ou dois anos. Para evitar disputas acirradas, você pode:
• Usar bastante as palavras "dividir", "emprestar" e "compartilhar" ("Quer que a mamãe empreste a revista para você ver?").
• Apartar as brigas tirando o objeto do desejo e redirecionando as crianças para outra atividade ("A boneca vai descansar agora. Vamos fazer bolhinhas de sabão?").
• Planejar atividades em que cada criança possa ter um item próprio, como brincar com massinhas ou desenhar na cartolina.
• Elogiar seu filho quando dividir algo com um coleguinha. A chamada técnica do reforço positivo dá muito certo.

Desenvolvimento da memória
Do que será que uma criança de 2 anos consegue se lembrar? Cada dia mais coisa. Existe um jeito de pensar conhecido como pensamento simbólico, o que basicamente quer dizer que ela consegue ver com os olhos da mente. À medida que experiências e hábito criam novas conexões no cérebro, cresce a capacidade de acessar essas imagens captadas no dia-a-dia.
Daí ela se lembrar de como é o urso que perdeu, da rua da casa da vovó, da comida que comeu na festa do amigo ou do programa que fez com você no fim de semana passado.
Estimule esses alicerces da memória fazendo muitas perguntas sobre coisas que ela sabe ("Como é mesmo que se chama a mãe do Felipe?") e, ao anoitecer, faça uma retomada de tudo o que aconteceu durante o dia ("E depois que você almoçou, a gente foi aonde?").

Meu Comentário: Quanto a participar de projetos, você sempre topa qualquer atividade, adora ajudar em tudo. Já tem habilidade para segurar um lápis e desenha círculos, linhas retas e pontinhos. Sem dúvida, você é super detalhista, curioso e observador. Nota tudo, comenta coisas que nos passaram desapercebidas. Conhece o caminho de casa e dos lugares que costuma ir. Canta músicas. Graças a Deus, não houve nenhum "regresso", você continua dormindo bem, já está começando a deixar a fralda... até porque não tem motivos para isso: nada de brigas na sua frente nem irmãozinho novo para gerar ciúmes. Só o bico é que está difícil de largar, esse nunca foi esquecido! No geral, você divide bem suas coisas, algumas vezes rola algum estresse, mas nada que não consigamos contornar. Seu problema maior é a birra mesmo, quando quer uma coisa e é frustrado, pode esperar o escândalo!!! E a memória? Ah, esse é perfeita... você lembra de tudo, principalmente do que lhe prometem.

domingo, 19 de junho de 2011

Piuiiii... trenzinho da Beira-Mar!

Antes de tudo, só esclarecendo que as fotos estão ruins porque foram tiradas do meu celular, pois estamos temporariamente sem máquina fotográfica!
Sábado foi dia de Campanha de Vacinação contra a Poliomelite e levamos você para tomar as 2 gotinhas!
Um rapaz: chegou, abriu a boca, fez careta e pronto!
No final do dia, fomos finalmente andar no trenzinho da Beira-Mar!!! Você adorou... tirou fotos com todos os bonecos e ficou impressionado com o "doido" do Ben 10 que ficava subindo, descendo, correndo e pulando do trem!

No trenzinho...
  Conhecemos também o jardim japonês, mas foi rápido, pois começou a chover.
Se protegendo da chuvinha com a mamãe
e impressionado com o Ben10!

Com a Mônica e com o Pica-Pau!

Esse é o Pluto?

Fazendo "legal" com o doido do Ben 10!

Olha o Homem-Aranha tentando soltar uma teia!
Encerramos a noite no Coco Bambu, comendo uma pizza. Você sempre gosta de lá, pois tem passarinhos, peixes e patos.

Delícia... agilidade mesmo com a mãozinha enfaixada!
No domingo, fomos bater o nosso ponto na casa da Bivó Maria e você curtiu muito porque as meninas (Thaissa e Lara) estavam por lá. Você dá o maior valor a Thaissinha... já com a Larinha, a disputa é grande!

Mostrando os carrinhos para as "primas'"

sexta-feira, 17 de junho de 2011

2 anos e 4 meses!


Meu comentário: Meu amor, você está cada dia mais lindo e esperto... super conversador, e até as birras estão melhorando... afinal, você já está conseguindo se expressar melhor. Já tenta contar as coisas que aconteceram no seu dia. Continua pura energia. A mamãe também tem tentado mudar, procurando ter mais paciência, conversando mais e brigando menos. Meu amor por você é cada dia maior, sem limites... simplesmente imensurável!!!

Ah... hoje fazem 2 anos que o papai se tornou Servidor Público... Parabéns a nós 3, afinal estamos juntos e misturados sempre!!!

terça-feira, 14 de junho de 2011

Mais um susto...

"Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isto mesmo! Pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado. Perder? Como? Não é nosso, recordam-se ? Foi apenas um empréstimo."
(José Saramago)
A mamãe sentiu tanta peninha...
Hoje o dia terminou tenso...!!! Eu estava quase saindo do trabalho, quando seu pai me telefona dizendo que você tinha prendido a mão na esteira da academia do prédio. De longe, não conseguimos ter noção de nada, então tento sempre manter a calma e fui encontrar com vocês no hospital.
Fomos primeiro ao Hospital Batista, chegamos juntos e logo que te vi, te coloquei nos braços e tentei acalmá-lo, tirar o foco da dor e do susto, como sempre... dei uma olhada na sua mão sem chamar muita atenção, e vi que o negócio tinha sido mais sério do que eu pensava. Mas continuei calma e até que consegui te distrair um pouco... O hospital não aceitava nosso plano e fomos para o São Mateus.
Você foi no carro comigo, com a mãozinha no ar condicionado, e até deu umas risadinhas com umas palhaçadas que fui fazendo.
Chegamos no hospital, você foi consultado por um traumatologista que fez o maior alarde, dizendo que precisávamos procurar um cirurgião plástico, e pediu um raio-x da mão. Mais espera... e eu tentando te distrair... Menos mal que a pessoa que bateu seu raio-x era paciente e legal, você até que fez tudo direitinho e graças a Deus, não havia quebrado nada! Voltamos para o médico e enquanto esperávamos, você dormiu nos meus braços. O médico passou antiflamatório, antibiótico e uma pomada... quando soube que você ia ter que tomar antibiótico, quase choro... tanto esforço para evitar ter que tomar essas "porcarias" por conta de garganta e você acaba tendo que tomar por causa dessa fatalidade!!! Enfim, fazer o que?
Depois fomos FINALMENTE fazer o curativo. A enfermeira tentou fazer com você dormindo, mas bastou passar o soro que você acordou chorando, e assim foi durante todo o processo.
Ai, ai... fomos para a casa... você apagado de tanto estresse, cansaço e fome... e nós mortos de tanta preocupação e vai e vem contigo nos braços (detalhe: de salto alto!).
Assim que te coloquei no berço, telefonei para o tio Omo para fazer outra consulta... ainda na esperança de não ter que dar antibiótico para você. Nada feito... tem que dar! Afinal foi na mão, uma região complicada de cicatrização e cheia de bactérias. Mas foi bom ligar, pois a pomada que o dr. tinha passado não serve de nada, e o tio Omo mandou a gente comprar a Fibrase. Outro detalhe: precisava de receita. Liguei para o seu tio-avô Jr. e conseguimos a bendita receita. Papai foi comprar a artilharia pesada de remédios, além de ataduras, gazes e esparadrapos... E assim, começo a desempenhar mais uma função a partir de hoje e por pelo menos uma semana: a de enfermeira.
Se Deus quiser, você irá se recuperar rápido e sem ficar nenhuma cicatriz, nem física, nem emocional. A mamãe vai cuidar de você muito bem e vai rezar para Papai do Céu por sua recuperação. Te amo, filho!.. E mais uma vez, parabéns por ser tão valente!


P.S. - Fazendo um adendo dos dias subsequentes (15, 16, 17 de junho):
Você não sentiu mais dor, está deixando a mamãe fazer o curativo sem problema e está lidando super bem com a situação... se virando numa boa com a mão esquerda e não quer que ninguém te ajude a fazer o que você já costumava fazer sozinho!!! Um exemplo de superação para uma criaturinha tão pequena! Sinto muito orgulho de te ver tão desenrolado... que você possa sempre encarar com essa leveza os problemas da vida... e que eles sejam poucos, pouquíssimos, quase nenhum!!!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Otorrinolaringolo... o que?!

Abra a boca e diga "aaaahhh"!

Hoje foi sua consulta com um Otorrinolaringologista que a mãe da Maria Júlia, a tia Mel, nos indicou, depois de mais um papo entre mães que não aguentam mais cuidar dos filhos gripados depois que entraram na escola.
Fomos te consultar com o Dr. Galvão, que atende na Clínica São Carlos. Um especialista especial!!!
Eu estava super receosa, pois sei que a parte que você "menos curte" nas suas idas ao pediatra é quando ele examina seus ouvidos, nariz e garganta. Para prevenir um escândalo daqueles, já fui prometendo pirulito caso você se comportasse direitinho, deixasse o "tio" te examinar e não chorasse.
Havia um amiguinho na sala de espera, você ficou brincando com ele até chegar a hora dele entrar. Ele chorou, você ouviu e disse que ele não ia ganhar pirulito!!! Ajudou!!! hehe
Nossa vez... e tudo correu as mil maravilhas, a começar pelo médico que tinha um jeito super engraçado e expressivo que chamou sua atenção. Conversamos um pouco, falei das gripes e ele te examinou. Pediu para virar a cabeça para um lado e para o outro para examinar os ouvidos e você... OBEDECEU; pediu para levantar a cabeça para examinar seu nariz e você... OBEDECEU; pediu para você abrir a boca e você... OBEDECEU!!!! Tudo numa boa! Impressionante! Depois, você desceu do meu colo e ficou rodando pelo consultório enquanto eu conversava com o doutor.
Ele explicou que toda criança antes de entrar na escola deveria fazer um tratamento preventivo, que aumenta a imunidade. Passou 3 "remédios" para você: Maresis (para por no nariz, tipo água do mar), o Broncho Vaxon (um pozinho para dar em jejum por 10 dias, por 3 meses) e o _____ (um xarope que aumenta a imunidade, por 60 dias consecutivos). Ele explicou que esses remédios não viciam e podem ser usados direto, mesmo depois de encerrar o tratamento.
De repente, depois de examinar toda a sala, você pede para subir no meu colo, fica em pé para conseguir ver as prateleiras mais altas, olha para mim e diz: "tem bombom, não!"!!! ADOREI! Não se pode prometer nada para você. A sorte foi que o doutor tinha aquelas pazinhas que se usa para baixar a língua, colorida e com gosto! Você saiu morto de feliz com duas pazinhas, uma amarela e outra laranja!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Vovós e Vovôs... tudo de bom!

Curtindo a casa da Vó Sussu e do Vô Dé

Avós são tudo de bom
Quem pode crescer desfrutando da companhia dos avós, sabe o quanto é "tudo de bom", como se diz.

Por não terem mais a função de criar e educar, os netos são a alegria dos avós e vice-versa. Muitos dizem que os avós estragam as crianças. Não é verdade. Muito cedo elas percebem a diferença entre a lei em casa e na casa dos avós. Também sabem que eles têm limites, pois será evitado tudo que oferecer perigo ou mesmo desrespeito.

Aos avós é permitido mimar os netinhos, driblando os horários rígidos de dormir e brincar, algumas vezes deixar comer entre as refeições, assistir televisão fora de hora e por aí vai. Ou seja, tudo que não puderam fazer com seus filhos por não ser essa a função dos pais, permitem aos netos com o maior prazer e sem culpa.

Apesar de os avós formarem uma indiscutível parceria de sucesso com os netinhos, não podem se esquecer de que são também sogros. E isto significa não proporcionar desavenças familiares. Convém, desta forma, negociar com os pais da criança o que podem, de vez em quando, extrapolar e o que não podem, de maneira alguma, permitir e, obviamente, têm que acatar com todo respeito e consideração.

Não podem perder de vista que a função de educar pertence aos pais e estes também têm que se lembrar disto, pois muitos esperam que os avós assumam certas responsabilidades, que não lhes pertence mais. Quando a criança pedir algo e os avós não souberem se irá desagradar os pais, devem dizer ao netinho que irão consultá-los antes de tomar a decisão e o que for acordado entre os adultos, todos deverão respeitar. Jogo aberto, pois assim as crianças compreenderão que certas decisões não cabem aos avós tomarem e que estes também têm limites a cumprir.

Os netos constituem-se na primeira geração nascida que independe da participação dos avós, ou seja, com ou sem eles, as gerações futuras se sucederão. É emocionalmente significativo este processo, pois como os avós não mais possuem a função de transmitir seus genes para os próximos descendentes, são influenciados na maneira de interagir com as crianças. Sentem-se mais livres para desfrutar os netos.

Como os casais estão adiando a decisão de ter filhos, os avós têm mais idade e energia física mais debilitada. Por este motivo, os jovens pais creem que os conselhos que lhes dão, estão obsoletos e nem sempre o modo como foram educados e criados é o mesmo que desejam para seus próprios filhos.

Por serem todos adultos, pais e avós devem ter uma relação de cumplicidade e compreensão, tendo em conta que aos primeiros cabe a função de educar os filhos e, aos avós, de poderem colaborar e não de tomar decisões, mesmo que participem das despesas da família. Seus conselhos serão bem-vindos quando solicitados, porém sem garantia de que serão seguidos, sem constrangimento de ambas as partes.

Os avós são figuras das mais importantes no grupo familiar e geralmente são eles que transmitem às crianças, com toda ternura e paciência, histórias interessantes e quase sempre divertidas dos vários membros. É uma forma exemplar de as crianças aprenderem a noção de continuidade e evolução, saber como sua família se originou e se formou até então, bem como, compreenderem o processo de envelhecimento a que estão submetidas todas as gerações.

Ana Maria Morateli da Silva Rico
Psicóloga Clínica

terça-feira, 31 de maio de 2011

Malhação!

Desde que o papai te ensinou a ligar a esteira, você não quer saber de outra vida...
Já está aprendendo a fazer parte da geração saúde!!!

Ontem, a sua babá pediu para chegar mais tarde e te levei para malhar comigo. Você adorou descobrir os pesinhos, a cama elástica, a bicicleta, o elíptico, e claro, a esteira!... Mas com a mamãe de olho!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Matando as saudades...

Saboreando o pirulito de chocolate.
A vovó Sussu e o vovô Dé finalmente chegaram da viagem para São Paulo e Gramado! E hoje foi dia de matar a saudade e ganhar lembrancinhas: uma camisa de Gramado e um pirulito de chocolate!
Muito legal perceber o quanto você gosta dos seus avós e de estar na casa deles... você passa a semana  toda perguntando por eles, como quem pergunta: "É hoje o dia de ir?"! Afinal, foi uma mudança brusca, heim?! De 5 dias por semana para 1 (toda quarta-feira é sagrada!) ou 2 (às vezes, rola uma dormidinha na sexta e a manhã de sábado)!!! Vovoinha que o diga, né?!
Bom, aos pouquinhos a gente vai matando a saudade...

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Bichinhos chaaaatos....

Como diz o seu tio-padrinho-pediatra substituto, mais conhecido como tio Omo (multiação), é VERME!!!
Faz algum tempo que você está sem apetite, só quer saber de leite, range os dentes, com tosse seca, com alguns vômitos logo após comer, ficou febril alguns dias... enfim, vários sintomas de verminose!
Quem manda viver colocando tudo o que acha no chão na boca??? Até chiclete mascado você já colocou! Além disso, adora correr por ai descalço e colocar a mão suja na boca... e o bico que cai no chão e você taca na boca de volta? Não tem escapatória... haja tratamento para verme!
Tio Omo passou Albendazol e Metronidazol... Tentei começar hoje mesmo, mas você tomou um leite logo após e vomitou tudo o que tinha no estômago, inclusive a 1ª dose do Albendazol! Então, só amanhã!

Para conhecimento, alguns sintomas desses bichinhos chatos:

Mal-estar, dor de cabeça, vertigem, desconforto e fraqueza
Dores ao redor do umbigo, principalmente quando se aperta
Orelhas e nariz coçando, nariz escorrendo
Lábios úmidos à noite e secos durante o dia
Unhas roídas, em mau estado, ou com afundamento no meio da unha do polegar
Coloração amarelada no branco dos olhos junto ao nariz
Engasgos inexplicáveis indicando possível obstrução passageira nos tubos respiratórios
Reflexos lentos, letargia, mãos muito desajeitadas
Pupilas sempre dilatadas, principalmente em pessoas de cabelo claro
Rosto amarelado
Secreção excessiva de saliva (ptialismo), inclusive dormindo
A criança geralmente tem olheiras e pele seca
Dentes trincados ou rangendo à noite (bruxismo)
Coceira anal: sintoma detestável produzido somente por oxiúros
Tem diarréias e prisão de ventre alternadas, e crises de dor que acabam passando sozinhas
A barriga é grande quando há muitas lombrigas adultas
Irritabilidade, muitas vezes acompanhada por histeria, manha, mau humor e agitação
Desejo intenso por vários tipos de comida, junto com uma sensação de fome que é difícil satisfazer; comer mais que o normal e ainda sentir fome
Falta súbita de apetite
Arrotos, gases intestinais, indigestão, sensação de ardência no estômago
Sensação de enjôo, algumas horas depois de comer, acompanhada ou não por uma dor tipo cólica logo abaixo do estômago
Várias evacuações pequenas em vez de uma grande, ou fezes esfaceladas

DE OLHO NELAS!
Conheça as verminoses mais comuns:

ANCILOSTOMÍASE - conhecida por amarelão, é uma doença causada pelos vermes Necator americanus e ancylostoma duodenale. Suas formas adultas se instalam no intestino delgado e, na maioria das vezes, provocam quadros de anemia. Nesse caso, o parasita penetra na pele do indivíduo quando ocorre um contato direto com o solo infestado pelas larvas. Após passarem pela pele, as larvas atingem a corrente sanguínea, seguindo em direção aos alvéolos pulmonares. Pelas vias respiratórias, se deslocam pela traquéia até a laringe, onde são deglutidas com os alimentos, passando pelo esôfago, estômago e alcançando a parede do intestino. É nesse local que se reproduzem. além da anemia, a ancilostomíase provoca problemas pulmonares e cansaço. Pacientes com esse parasita tendem a eliminar pequenas quantidades de sangue nas fezes.

ASCARIDÍASE- popularmente conhecida como lombriga, é causada pelo ascaris lumbricoides. É uma das parasitoses mais comuns, já que cada fêmea é capaz de pôr mais de 200 mil ovos por dia. A transmissão é justamente pela ingestão desses ovos, que podem ser encontrados na terra - e aqui o risco só existe se as mãos sujas forem levadas à boca -, nos alimentos ou na água contaminados. Os ovos ingeridos liberam larvas que rompem a parede intestinal, caindo na circulação, iniciando um percurso pelo fígado, coração e pulmões. dos pulmões, as larvas passam para as vias respiratórias e depois para o tubo digestivo. No tubo digestivo, evoluem para as formas adultas que se reproduzem, reiniciando o ciclo. O único hospedeiro é o homem. Na fase pulmonar, os principais sintomas são: dificuldade respiratória, tosse seca, febre e irritação brônquica. Na fase digestiva, podem ocorrer flatulência, dor abdominal, digestão difícil, náusea, vômito e diarréia.

TRIQUIURÍASE - transmitida pelo Trichocephalus trichiurus, também vai parar no organismo humano após a ingestão de seus ovos, presentes na terra, na água ou nos alimentos contaminados. O parasita se instala no intestino grosso e a doença pode ser assintomática. Porém, quando há muitos vermes na região intestinal, quadros de anemia, perda de peso, diarréia e lesões na mucosa intestinal são mais freqüentes.

OXIURÍASE - causada pelo enterobius vermicularis, chega ao organismo pela ingestão de ovos - presentes na terra, nos alimentos ou na água - ou pela autofecundação, quando portadores (principalmente crianças) coçam a região anal e levam a mão à boca com os ovos sob as unhas. O parasita também pode fazer o que os médicos chamam de retroinfestação, quando as larvas migram do ânus para o intestino grosso, onde ficam adultas. É, entre as verminoses, a que apresenta sintomas mais claros, incluindo um intenso prurido anal, diarréia, náuseas, vômitos e dores abdominais. Fixam-se no intestino, mas as fêmeas se locomovem para pôr os ovos na região anal, o que explica o desconforto.

GIARDÍASE- a doença, transmitida pela Giardia lamblia, é adquirida pela ingestão de água que contém os cistos do parasita. Além do risco de beber esse líquido contaminado, há o de comer alimentos crus que tenham sido irrigados com ele. Os cistos percorrem a porção inicial do tubo digestivo e se fixam no intestino delgado. O sintoma mais comum é a diarréia.

TENÍASE- Taenia solium ou Taenia saginata são duas fases distintas de um mesmo verme, que também é chamado de solitária. Esse parasita passa por um primeiro estágio de desenvolvimento no organismo do porco, que é seu hospedeiro intermediário. Quando o homem se alimenta de carne suína crua ou malcozida contendo esses cisticercos - o nome que recebem os vermes depois de se transformarem em larvas -, vira seu hospedeiro definitivo. A tênia se fixa nas paredes intestinais. A doença, em boa parte dos casos, é assintomática. Porém, alguns desconfortos podem ser percebidos, como alterações do apetite (fome intensa ou ausência total dela), enjôos, diarréias, irritações freqüentes, fadiga e insônia. Em alguns casos, mais raros, o cisticerco pode acabar se instalando em tecidos cerebrais, o que causaria danos neurológicos irreversíveis.

domingo, 22 de maio de 2011

Minha mamãe...

O fim de semana foi "tranquilo", com a Camomilina C que estou dando para você por causa dos dentes, você até que está um pouco menos elétrico.

No sábado fomos à praia com a tia Quel, você "surfou" com o papai, brincou com a titia... depois fomos tomar um açai, voltamos para casa só para trocar de roupa e fomos dar uma volta na Praia de Iracema. Você passeou de bike, comeu pipoca e cansou!

Hoje você acordou meio resfriado, com o nariz escorrendo. Café na Plaza e sono!

Depois do seu almoço, quando estávamos sentados no sofá, esperando o papai se arrumar para irmos almoçar, você me sai com essa: me olha, sorri para mim e diz: "minha mamãe, minha mamãe Rafa"!!! E depois diz: "papai Binho"! Foi emocionante! Foi como você nos dissesse que estava feliz em estar em nossa companhia, já que a semana é tão corrida e mal ficamos juntos. Foi como você dissesse "eu te amo"... acho que foi a sua primeira declaração de amor falada... tão lindo!!!

Aprendendo a gostar de livros
Almoçamos no Iguatemi, e apesar da gripe, você não parou quieto, correu, curtiu a Livraria Cultura desenhando e "lendo" livros infantis, brincou muito!... e apagou super cedo. Torcendo para você acordar melhor amanhã!

Te amo, filho!

terça-feira, 17 de maio de 2011

2 anos e 3 meses


DESENVOLVIMENTO

É impressão ou parece que ele está sempre desobedecendo e você dizendo "não"? A realidade é que é mais ou menos isso mesmo, mas não ache que é por maldade. Crianças desta idade fazem de tudo para mostrar que têm vontade própria e que são independentes.
Procure explicar como as coisas funcionam e que há motivos por trás das regras. Se você falar, por exemplo, que colocar a mão no forno quente vai provocar uma queimadura, em vez de simplesmente dizer "Tira a mão daí", talvez tenha mais sucesso em mantê-lo longe do perigo.
Outra dica é avisar com alguns minutos de antecedência quando uma atividade em que ele está envolvido vai acabar. Não que ele tenha noção do tempo, mas se ouvir que "daqui a cinco minutos vamos escovar os dentes para dormir", possivelmente vai resistir menos e a poupará de ficar chamando mil vezes.

Desenvolvimento físico: controle dos movimentos
Com melhor controle dos movimentos, seu filho brinca agora com objetos menores (mas, ainda assim, tome muito cuidado com o tamanho dos brinquedos, porque eles podem facilmente ir parar na boca e engasgá-lo) e realmente consegue construir coisas, em vez de só bater para derrubar.
Às vezes a brincadeira está tão gostosa que ele vai ficar bravo se for interrompido. Para facilitar as coisas para vocês dois, dê um aviso antes de que já está quase na hora de terminar ("Pode brincar mais cinco minutos e depois vamos jantar."). Procure ser flexível antes de dar "ultimatos" e ficar em uma posição difícil de voltar atrás.

Brincadeiras de desenvolvimento
Às vezes seu filho mais parece um cientista, de tanta concentração e persistência. A verdade é que existe uma espécie de programação interna para que a criança faça certas coisas inúmeras vezes, a fim de aperfeiçoar suas habilidades motoras.
Isso explica, em parte, por que ele não consegue parar de pular em cima do sofá mesmo depois de inúmeros apelos. É quase como se houvesse um instinto natural para continuar repetindo a ação.
Uma boa maneira de treinar a coordenação motora é através daqueles brinquedos de puxar ou empurrar, como patinhos ou jacarés (há tipos de plástico e de madeira); para a chamada coordenação motora fina, quebra-cabeças com pecinhas que tenham pinos para encaixar são ideais, assim como bonecos com roupas para pôr e tirar.
A repetição das brincadeiras também serve para construir as estruturas do cérebro e entender como o mundo funciona. É exatamente isso que acontece quando uma criança empilha e destrói uma torre de blocos mil vezes ou fica paralisada diante de um esguicho jorrando água ("Que será que acontece com a água?", pensa. "E se eu pegar e jogar para cima? E se cair na grama?").

Desenvolvimento emocional e social: interação com outras crianças
O interesse por outras crianças vai ficando cada vez maior. Embora possa parecer que estão basicamente se ignorando ou, pior, só briguem, essas primeiras amizades são bem reais para o seu filho. Elas também ajudam a treinar as habilidades sociais e acrescentam variedade de interações na rotina.
As crianças que já frequentam escolinhas ou creches podem até já ter um amigo preferido ou outro. No caso das que ficam em casa, é importante levá-las a parques ou convidar outras crianças para brincar, assim criam-se oportunidades para convivência.
Para facilitar o contato e evitar brigas, procure manter o grupo de crianças pequeno. Uma boa regra é que o tamanho do grupo não ultrapasse a idade do seu filho (por exemplo, crianças de 2 anos brincam melhor em duplas). Outra coisa importante é que o tempo da brincadeira não deve ser longo -- de meia a uma hora no máximo.
Evite brinquedos quando puder, já que eles tendem a levar a sentimentos de posse e conflitos. Use a palavra "amigo" sempre, falando dos seus próprios e dos do seu filho.

Desenvolvimento da linguagem: gramática correta
Todos os dias, novas palavras e significados são absorvidos por seu filho. Isso porque até os 2 anos o cérebro processa novos sons mais rápido do que nunca. Já colocar palavras em perfeita ordem dentro de uma frase é outra história… O aprendizado das complexidades gramaticais leva tempo (pense em quantos adultos têm dificuldade para falar bem a nossa língua).
A questão é que você não precisa ensinar gramática para seu filho (embora deva sempre falar de forma correta e não ficar repetindo as palavras erradas dele). Por incrível que pareça, entre 2 e 3 anos de idade, as crianças simplesmente aprendem o uso correto de verbos, pronomes, preposições e concordâncias apenas ouvindo e praticando. Os padrões da língua são automaticamente "classificados" pelo cérebro e arquivados para referências futuras.
Daqui para a frente, você vai notar como seu filho passará a dizer "eu qué", em vez de "Lucas qué" ou como colocará as palavras no plural. Os erros e confusões gramaticais continuarão, no entanto, por alguns anos. Lembre-se de que o português é uma língua cheia de particularidades e exceções.

Será que é hora de aprender outra língua?
Com tanta cobrança por excelência no mundo, você já deve ter se perguntando se vale a pena começar a ensinar outra língua para seu filho, colocando numa escola bilíngue, por exemplo. Há sim indícios de que as crianças aprendem uma língua estrangeira com mais facilidade nos primeiros anos de vida e que conseguem literalmente ouvir seus sons melhor do que adultos ou adolescentes.
O problema é que a forma ideal de aprender uma língua é através de conversação com alguém nativo, e aulas algumas vezes por semana são menos eficientes. A repetição ao longo do tempo também é chave para que ele retenha as informações aprendidas.
Por exemplo, uma criança que faz aulas de inglês por alguns anos durante a infância não necessariamente será fluente aos 18 anos. Mesmo assim, algumas pesquisas indicam que o simples fato de ter exercitado o cérebro nesta área pode trazer benefícios.


Meu comentário: Pense em um garotinho cheio de vontade... agora tudo tem que ser como você quer: a blusa, a chinela, o brinquedo... tudo você quer escolher. Obedecer? Nem pensar... tudo é não: não quero, não faço, não vou... De repente, se invoca e não quer entrar no elevador, no carro! O banho também tem sido complicado. Haja paciência! E para completar, tem dado trabalho para comer. Tenho quase certeza que são seus últimos dentes molares nascendo. Além do fastio, você tem estado mais irritado... lembrei da Camomilina C dos seus tempos de bebezinho e já estou dando para ver se melhora o apetite e a irritação. Já presta mais atenção aos programas infantis, adora brincar com os bloquinhos de montar e ama sua escola e seus amiguinhos. Graças a Deus, você se relaciona fácil com outras crianças, sem muito ciúmes, divide bem os brinquedos e nunca bateu ou mordeu ninguém. Fala demais da Bianca, da Zoé, da Ester, do Gouda e do Pedro. Por falar em falar... Você está super falante, conta as coisas e ainda usa a mãozinha... tão safado! Algumas coisas ainda não entendemos, mas no geral, você já consegue se comunicar. Aprendeu a falar "eu quero" e basta ver algo interessante que diz: "eu quero, mamãe"! O interessante é o uso da primeira pessoa e a conjugação verbal certinha! É isso, cada fase com suas dores e delícias!