| Tropa reunida: Gustavo, Pepe e Guigo |
Almoçamos nos seus avós Zilá e Rubens, você brincou até cansar com seus primos Pepe e Guigo... inclusive brincadeiras bem arriscadas, nas quais você "escapou fedendo" de se machucar; fomos para casa trocar de roupa e seguimos direto para seus avós Suely e Franzé, afinal, hoje era o dia de matar as saudades dos avós.
O sangue começou a escorrer e olhos assustados do seu pai e seus avós cresciam na mesma proporção. A única pessoa que manteve a calma (e ainda foi criticada por isso) foi sua mãe aqui. Te peguei nos braços, te botei debaixo do chuveiro, lavei bem até que o sangue começou a parar de escorrer, passei "água maravilha" (que não sei o que é, mas funcionou) que a vovó trouxe, depois botei gelo, e comecei a conversar com você para desviar o foco. A vovó também ajudou no papo para fazer você esquecer o susto. Olhei bem o corte e vi que não tinha sido tão sério assim, mas seu pai quis porque quis te levar a um hospital. Achei um exagero, até porque era quarta-feira de cinzas e época de virose... já imaginei a lotação de pessoas e vírus... Enfim, contra a minha vontade, fui.
| Resultado final: ponto falso! |
Fomos no Luis de França: 4 médicos e 60 crianças na fila de espera. Fomos para a Uniclinic: o médico olhou e disse que até pegava 1 ou 2 pontos, mas que não achava que não valia a pena, pois, sem sedação, era uma violência muito grande. Concordei em gênero, número e grau. Criar um trauma desnecessário. Então, a enfermeira fez um ponto falso e você se comportou super bem, um rapaz.
Com tanta energia, sendo esse pimentinha que você é, e que se aprimora cada dia mais, até que demorou um bocado para uma queda mais perigosa acontecer! Faz parte da infância de qualquer criança saudável, algumas quedas, cortes e torsões... mas claro que temos que estar sempre atentos ao nosso "menino ligado no 220"!... Mais uma história para contar!
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